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sábado, 10 de fevereiro de 2018

Instalando o módulo SSH2 no PHP

O objetivo deste post, é instalar e habilitar o módulo SSH2 no PHP. Com isso pode implementar um script PHP que conecta em alguma máquina ou servidor com Linux via SSH e executar comandos.

No final do post, tem um exemplo de script PHP que mostra como fazer.

No Windows com Xampp
Acesse http://windows.php.net/downloads/pecl/releases/ssh2/1.1.2/
Faça o download do arquivo php_ssh2-1.1.2-7.1-ts-vc14-x86.zip ou php_ssh2-1.1.2-7.1-ts-vc14-x64.zip, extrair e copiar os arquivos php_ssh2.dll e php_ssh2.pdb para c:/xampp/php/ext
Adicionar extension=php_ssh2 no php.ini
Reiniciar o Apache, no Xampp abre o Shell, digite php -m, verifique se tem o módulo ssh2

No Linux (Debian/Ubuntu)
PHP 5: # apt-get install php5-ssh2
PHP 7.0: # apt-get install php7.0-ssh2

Exemplo
Script PHP que conecta no servidor via SSH e cria um diretório abc na máquina Linux remota.
< ?php
$IP = '';
$POST = ;
$USER = '';
$PASS = '';
$connection = ssh2_connect($IP, $PORT);

if (ssh2_auth_password($connection, $USER, $PASS)) {
echo "Autenticado!\n";
$shell = ssh2_exec($connection, "mkdir abc");
}
else {
  die('Autenticação falhou!');
}
Feito!

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Instalando e Configurando o phpPgAdmin no Debian

O presente post, tem como objetivo explicar a instalação e configuração do phpPgAdmin no GNU/Linux Debian 7.
phpPgAdmin é uma ferramenta web de gerenciamento do SGBD PostgreSQL.

No Debian 8 precisa adicionar o pacote do PHP 7 no arquivo /etc/apt/sources.list
# echo -e "deb http://packages.dotdeb.org jessie all\n deb-src http://packages.dotdeb.org jessie all" >> /etc/apt/sources.list

Download da chave do pacote
# wget https://www.dotdeb.org/dotdeb.gpg
Adiciona a chave
# apt-key add dotdeb.gpg
Atualização do repositório
# apt-get update
Instalação do Apache2, módulos do PHP 7 e postgresql
# apt-get install apache2 php7.0 libapache2-mod-php7.0 php7.0-fpm php7.0-pgsql php7.0-gd php7.0-mcrypt php7.0-mbstring php7.0-gettext php7.0-gd php7.0-json php-gettext php7.0-readline postgresql-9.4 postgresql-client-9.4
Instalação do phppgadmin
# apt-get install phppgadmin

Ao acessar no navegador http://IPSERVIDOR/phppgadmin ocorreu erro HTTP ERROR 500, verifiquei o log de erros /var/log/apache/error.log sobre o erro.

Solução:
Editar o arquivo /etc/phppgadmin/apache2.conf na linha 9
trocar por
Reinicia o Apache: # /etc/init.d/apache2 restart
Após fazer isso, deve acessar normal no navegador http://IPSERVIDOR/phppgadmin

Algumas recomendações caso o acesso do phpPgAdmin seja externo
  • Jamais o usuário root do PostgreSQL deve ter acesso direto pelo phpPgAdmin;
  • Criar um usuário para o sistema com as permissões: select, insert, update, delete já são suficiente;
  • Criar um usuário para o migrations com as permissões: create, alter, drop, insert, update, delete, select, lock tables, trigger, view, event.
O usuário migrations é o responsável por criar a estrutura das tabelas (migrate), popular (seed) e fazer o dump por meio do script shell agendado no crontab.

Feito!

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Instalando e Configurando o PHPMyAdmin no Debian

O presente post, tem como objetivo explicar a instalação e configuração do PHPMyAdmin no GNU/Linux Debian 7.
PHPMyAdmin é uma ferramenta web de gerenciamento do SGBD MySQL/MariaDB.

No Debian 8 precisa adicionar o pacote do PHP 7 no arquivo /etc/apt/sources.list
# echo -e "deb http://packages.dotdeb.org jessie all\n deb-src http://packages.dotdeb.org jessie all" >> /etc/apt/sources.list

Download da chave do pacote
# wget https://www.dotdeb.org/dotdeb.gpg
Adiciona a chave
# apt-key add dotdeb.gpg
Atualização do repositório
# apt-get update
Instalação do Apache2, módulos do PHP 7 e mysql-server
# apt-get install apache2 php7.0 libapache2-mod-php7.0 php7.0-fpm php7.0-mysql php7.0-gd php7.0-mysql php7.0-mcrypt php7.0-mbstring php7.0-gettext php7.0-gd php7.0-json php-gettext php7.0-readline mysql-server
Instalação do phpmyadmin
# apt-get install phpmyadmin

Ao acessar no navegador http://IPSERVIDOR/phpmyadmin ocorreu erro HTTP ERROR 500, verifiquei o log de erros /var/log/apache/error.log sobre o erro.

Solução:
Editar o arquivo /etc/phpmyadmin/apache2.conf na linha 9
trocar por
Reinicia o Apache: # /etc/init.d/apache2 restart
Após fazer isso, deve acessar normal no navegador http://IPSERVIDOR/phpmyadmin

Algumas recomendações caso o acesso do PHPMyAdmin seja externo
  • Jamais o usuário root do MySQL/MariaDB deve ter acesso direto pelo PHPMyAdmin;
  • Criar um usuário para o sistema com as permissões: select, insert, update, delete já são suficiente;
  • Criar um usuário para o migrations com as permissões: create, alter, drop, insert, update, delete, select, lock tables, trigger, view, event.
O usuário migrations é o responsável por criar a estrutura das tabelas (migrate), popular (seed) e fazer o dump por meio do script shell agendado no crontab.

Confira no post a criação e as permissões de usuário no SGBD MySQL/MariaDB

Feito!

sábado, 4 de novembro de 2017

Criando e atribuindo permissões para o usuário no SGBD MySQL/MariaBD

O presente post, tem como objetivo esclarecer como criar usuário e atribuir permissões para o usuário no SGBD MySQL/MariaDB.

Sobre o MySQL e MariaDB

O MySQL é um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) open source que ajuda os usuários a armazenar, organizar, e posteriormente, recuperar dados. Ele possui uma variedade de opções para conceder a usuários específicos permissões diferenciadas dentro de tabelas e bases de dados. O MariaDB é o fork do MySQL. Na maioria dos aspectos o MariaDB vai funcionar exatamente como o MySQL: todos os comandos, interfaces, bibliotecas e APIs que existem no MySQL também existem no MariaDB. Não há nenhuma necessidade de converter um bancos de dados para migrar para o MariaDB. MariaDB é um verdadeiro substituto para o MySQL.

Primeiramente precisa conectar no servidor SGBD MySQL/MariaDB: mysql -h IPSERVIDORBD -u root -p

Para criar um usuário no SGBD MySQL/MariaDB, após logar com o root é o seguinte comando:
CREATE USER `nome-usuario`@`IPServerDB` IDENTIFIED BY `password`;

Para dar uma permissão a um usuário específico, você pode utilizar esta estrutura:
GRANT [tipo de permissão] ON [nome da base de dados].[nome da tabela] TO `[nome do usuário]`@`IPServerDB`;

Se você quer dar a ele acesso a qualquer base de dados ou a qualquer tabela, certifique-se de colocar um asterisco (*) no lugar do nome da base de dados ou do nome da tabela. Cada vez que você atualizar ou mudar uma permissão certifique-se de utilizar o comando Flush Privileges.

Se você precisar revogar uma permissão, a estrutura é quase idêntica a concedê-la:
REVOKE [tipo de permissão] ON [nome da base de dados].[nome da tabela] FROM `[nome do usuário]`@`IP`;

Para adicionar permissão de leitura, inserção, atualização, exclusão, criação de tabelas/bases, remoção e alteração de tabelas/colunas para o usuário:
GRANT select, insert, update, delete, create, drop, alter ON .* TO `nomeUsuarioBD`@`%IPMaquinaAcessoServerBD` WITH GRANT OPTION;

Para adicionar permissão geral a um usuário:
GRANT ALL PRIVILEGES ON *.* TO @IPServerBD IDENTIFIED BY `password` WITH GRANT OPTION;

Para visualizar as permissões que acabamos de aplicar usamos o comando:
SHOW GRANTS FOR `usuarioBD`@`%IPMaquinaAcessoServerBD`;

Se você precisar retirar todos os privilégios de um usuário do SGBD MySQL/MariaDB, pode utilizar esta estrutura:
USAGE [tipo de permissão] ON [nome da base de dados].[nome da tabela] FROM `[nome do usuário]`@`IP`;
A permissão USAGE significa sem privilégios.

Os comandos necessários para criar usuário, conceder/revogar permissões a um banco de dados e tabelas foram apresentados neste post. Espero que possa ser útil para quem desconhecia.

Feito!

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Aumentar tamanho de upload ao importar banco pelo phpmyadmin

Por default, o limite máximo permitido é de 2MB para upload no PHP. Se utiliza a ferramenta phpmyadmin e caso o dump do banco for maior do que 2MB, não será possível fazer a importação pelo phpmyadmin.

Mas, calma que a configuração é simples, basta seguir: Para permitir importar BD acima de 2MB pelo phpmyadmin

Edite o php.ini conforme abaixo como exemplo
upload_max_filesize = 100MB
post_max_size = 200MB
memory_limit = 512

Reinicie o Apache, acesse o phpmyadmin e ao importar o BD notará que o tamanho permitido para upload será de 100MB conforme a configuração.

Particularmente, prefiro usar o software DBeaver (cliente BD que suporta os SGBDs: MySQL/MariaDB, PostgreSQL, MS SQL Server, Oracle, Firebird e outros. Além de ser multiplataforma e opensource!

Feito!

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

A importância de usar migrations/seeds no projeto de sistema web

Vocês utilizam migrations nas tabelas do sistema?

Não? Então precisar ler o howto [1] seguinte sobre migrations com Phinx para automatizar e versionar as tabelas do sistema. Os frameworks PHP tradicionais já inclui migrations, mas pode ser que esteja em um sistema já construído que não foi pensado em migrations, imagina como é quando necessita fazer uma alteração de uma estrutura nas tabelas específica e/ou criar um tabela, enviar ALTER TABLE tabela ADD campo tipo AFTER campo; e/ou CREATE TABLE table tabela ... para todos né. Depois no deploy precisa lembrar qual foi a ordem que executou para poder executar no BD de produção.

Com migrations com Phinx, isso é mais prático e versionado, pois com um comando atualiza o BD de desenvolvimento, homologação e produção, bastando alterar o argumento especificando qual BD deseja aplicar.

Então, como aplicar o uso do migrations com Phinx na equipe de desenvolvimento? Cria um repositório a parte no Github ou Bitbucket com nome migrations. Os integrantes do time fazem fork, o clone do seu fork, adiciona o remote oficial do migrations.

1. fork do repositório migrations criado no Github ou Bitbucket
2. git clone < url repositório migrations do fork >
3. git remote add upstream < url repositório oficial migrations >
4. composer install (obviamente irá colocar o diretório vendor do projeto migrations no arquivo .gitignore, então por isso terá que executar o passo 4

Assim para cada alteração na estrutura da tabela ou criar uma tabela, cria um migrations, executa e faz o commit no seu fork e o pull request no oficial. Provavelmente no time de desenvolvimento deve ter um grupo no Slack com canais direcionados sobre o projeto, deve ter um #canal banco de dados, então nesse canal comunica para atualizar com os seguintes comandos abaixo.

O Phinx também permite popular dados na tabela, que é chamado de seed, na qual é utilizado para popular as tabelas que tem dados fixos no sistema, e.g: estados, cidades, CNAES e etc.

cd /path/diretorio/onde/salvou/clone-migrations;
git pull upstream master;
git push origin master;
vendor/bin/phinx migrate

Caso tiver seed execute
vendor/bin/phinx seed:run

Viu como fica mais organizado, automatizado e versionado usando migrations/seeds com Phinx no sistema web com PHP? Com certeza, vale a pena utilizar o migrations/seeds com Phinx no sistema web com PHP.
Ok, como usar o migrations/seeds com Phinx?
Acesse o howto [1] e tenha a certeza que se perguntará, por que não pensei nisso antes? Logo vai começar a utilizar o migrations e seeds com Phinx.

[1] https://mundodacomputacaointegral.blogspot.com.br/2017/09/automatizando-e-versionalizando-tabelas-bd-com-phinx.html

Feito!

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Automatizando e versionalizando as tabelas do banco de dados com Phinx

O que é Phinx ?

É uma ferramenta para escrever e executar migrations, usada inclusive pelo plugin de migrations do framework CakePHP. Atualmente os frameworks PHP populares possui recurso de migrations incluso, mas caso você esteja em um projeto que não utilize nenhum framework PHP e precisa de uma forma organizada e atualizada de controlar as alterações na base de dados, nesse caso o Phinx pode ajudar.

SGBD suportados
O Phinx suporte aos SGBDs: MySQL, PostgreSQL, SQLite, SQL Server
  • MySQL: use mysql adapter.
  • PostgreSQL: use pgsql adapter.
  • SQLite: use sqlite adapter.
  • SQL Server: use sqlsrv adapter.
Instalação do Composer
Para instalar o Phinx, precisa instalar o Composer que pode ser obtido no site https://getcomposer.org/
Windows: Após fazer o download do executável, execute e segue Next, Next e Finish

Linux
Debian:
# apt-get install curl

CentOS:
# yum install curl

Download do Composer
# curl -sS https://getcomposer.org/installer | php
Setar permissão de execução
$ chmod +x composer.phar
Mover para o diretório local
# mv composer.phar /usr/local/bin/composer

Instalação do Phinx
No diretório do projeto, execute
$ composer require robmorgan/phinx

Execute o comando seguinte para gerar o arquivo phinx.yml
$ vendor/bin/phinx init .

O arquivo phinx.yml é onde armazena as informações do banco de dados, vem montado base de produção, desenvolvimento e testes, cabe preencher as credencias do banco de dados.
Na configuração default_database define o ambiente da base default, por boas práticas, coloca-se development como default.

Assim ao executar o migrate não precisa especificar o argumento. Para atualizar a base de testes e produção, faça:
$ vendor/bin/phinx migrate -e testing
$ vendor/bin/phinx migrate -e production

Para cada tabela nova e/ou alterações na tabela já existente deve criar um migrate com o padrão CamelCase.
Estando no diretório onde instalou o phinx, o comando para criar uma migration é: vendor/bin/phinx create NomeDaMigrationCorrespondente
Com isso, irá gerar um arquivo template no diretório db/migrations com o nome da migration incluindo timestamp no nome do arquivo criado. É nesse arquivo que irá criar a tabelas e os campos. Veja o arquivo de exemplo para se basear. Após a implementação do arquivo da migrations correspondente, pode executar o comando para criar a migrations no banco, com o comando vendor/bin/phinx migrate

Tipos das colunas inclusos nas migrations (tabelas)
  • biginteger
  • integer
  • boolean
  • date
  • datetime
  • decimal
  • float
  • string
  • text
  • time
  • timestamp
  • uuid

Criar uma migration para uma tabela correspondente
$ vendor/bin/phinx create NomeDaMigrationCorrespondente
Irá gerar o arquivo correspondente ao nome da migration com timestamp no diretório db/migrations

Implementar a migration criada
Edita o arquivo db/migrations/< TIMESTAMP_nome_migration_criada >.php
Para uma nova tabela, coloca no método up() e no final aplica com o método save().
Para alteração de uma tabela já existente, coloca no método change() e no final aplica com o método update().
Nova tabela
public function up()
{
$nome_tabela = $this->table('nome_tabela');
$nome_tabela->addColumn('nome', 'string', array('limit' => 100))
->addColumn('sobrenome', 'string', array('limit' => 100))
->addColumn('email', 'string', array('limit' => 100))
->addColumn('d_criado', 'datetime')
->addColumn('d_atualizado', 'datetime', array('null' => true))
->save();
}

Alteração na tabela
public function change()
{
$nome_tabela = $this->table('nome_tabela');
$nome_tabela->addColumn('nome_coluna', 'tipo', array('after' => 'nome_coluna'))
->update();
}

Adicionar um FK na tabela
->addForeignkey('id_campo', 'tabela_relacionada', 'id', array('delete'=>'RESTRICT', 'delete'=>'RESTRICT'))


Método down
Esse método faz o oposto do método up() e change(), por exemplo, se up() esta fazendo a criação de uma tabela, no down() faz o drop table, e no change(), no down() faria retornar a alteração anterior. Veja um exemplo claro no item seguinte.
O método down() é executado quando executar o comando de roolback
vendor/bin/phinx rollback

Renomear uma tabela
Após criar a migration
public function up()
{
$nome_tabela = $this->table('nome_tabela');
$table->rename('nome_nova_tabela');
}
public function down()
{
$nome_tabela = $this->table('nome_tabela_nova');
$table->rename('nome_tabela_antiga');
}

Renomear uma coluna da tabela
public function up()
{
$nome_tabela = $this->table('nome_tabela');
$nome_tabela->renameColumn('campo_antigo', 'campo_novo');
}
public function down()
{ $nome_tabela = $this->table('nome_tabela');
$nome_tabela->renameColumn('campo_novo', 'campo_antigo');
}

Executando a(s) migration(s) para criar a(s) tabela(s) correspondente
$ vendor/bin/phinx migrate

Criar Seeds
Vimos a criação do migration que cria e/ou altera tabelas, mas se quisermos popular dados na tabela? É nesse tópico que será visto como fazer.
Criar um seed: vendor/bin/phinx seed:create NomeSeedCorrespondente
Irá gerar o arquivo para o seed correspondente no diretório db/seeds/.php

Exemplo de seed para tabela usuarios
$ vendor/bin/phinx seed:create CriaUsuarioZeferino
public function run()
{
$dados = array(
array('nome' => 'Zeferino',
'prenome' => "",
'sobrenome' => 'Silva',
'apelido' => 'Testador',
'email' => 'zeferino.silva@hotmail.com',
'senha' => '$2a$08$R2Tzm7EugyNcquA7BYIyVetLdji4XFTAhsA1A3M85zt0IUDlQis86',
'cpf' => '61813735786',
'id_usrt' => 1,
'acesso' => 0,
'status' => 1)
);
$user = $this->table("usuarios");
$user->insert($dados)
->save();
}

Executar o seed criado na tabela:
vendor/bin/phinx seed:run -s CriaUsuarioZeferino
Verifique se a(s) tabela(s) foram criadas e/ou populadas no seu BD, se foram, está correto.

Considerações finais

Após utilizar o Phinx no projeto, notou-se no time de desenvolvimento uma organização e automação no deploy na base de dados local garantindo a mesma estrutura das tabelas nos ambientes de desenvolvimento, homologação e produção.
Espera-se que possa ser útil no seu time de desenvolvimento no projeto em PHP também.

Referência
http://docs.phinx.org/en/latest
Feito!