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domingo, 12 de julho de 2020

Monitorar e reiniciar automaticamente aplicação Node.js

Na postagem Criação do servidor Node.js e para iniciar o servidor é no terminal node app.js, mas para cada alteração no arquivo JavaScript é necessário parar e iniciar novamente o servidor Node.js. Então, deve se perguntar se existe alguma forma de não precisar reiniciar a aplicação. Sim, existe, esse é o objetivo desse howto.

O que é Nodemon ?

O Nodemon é um utilitário que monitora todas as alterações nos arquivos da aplicação e reinicia automaticamente o servidor quando for necessário.

Instalação e uitlização do Nodemon

No terminal, digite: $ npm install nodemon -g

Para executar a aplicação, execute no terminal: $ nodemon app.js

Agora, altere os arquivos da aplicação e atualiza a página, verá que não foi preciso reiniciar o servidor Node.js com o uso Nodemon.

Para obter mais opções do Nodemon, digite no terminal: nodemon -h

Feito!

sábado, 11 de julho de 2020

Primeiros passos com Node.js

Antes de seguir esse howto de criação do servidor web do Node.js, é pré requisito seguir o howto de Instalação do Node.js no Linux , caso não tenha instalado.

O objetivo desse post é criar o servidor web e o famoso Hello World em Node.js.

Crie um arquivo app.js no diretório de sua escolha com o seguinte conteúdo:

const http = require('http');

const hostname = '127.0.0.1';
const port = 3000;
const server = http.createServer((req, res) => {
res.statusCode = 200;
res.setHeader('Content-Type', 'text/plain');
res.end('Hello World');
});

server.listen(port, hostname, () => {
console.log(`Server running at http://${hostname}:${port}/`);
});

Agora, execute o servidor web no terminal, digite: node app.js

Acesse no browser http://localhost:3000 e você irá ver a mensagem "Hello World".

Feito!

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Instalando o Node.js no Linux

O que é Node.js?

O Node.js pode ser definido como um ambiente de execução Javascript Server-side.

Isso significa que com o Node.js é possível criar aplicações Javascript para executar como uma aplicação standalone em uma máquina, não dependendo de um browser, como estamos acostumados.

Instalação do Node.js no Linux

Pré requisitos

Se ainda não tiver o curl instalado no Debian, Ubuntu

$ sudo apt install curl

Se ainda não tiver o curl instalado no CentOS, Fedora

$ yum install curl

A partir daqui se aplica em qualquer distribuição Linux a instalação do Node.js

$ curl -o- https://raw.githubusercontent.com/creationix/nvm/v0.35.3/install.sh | bash

O número da versão que está em negrito pode mudar com o tempo, então recomendo você acessar a página do projeto no GitHub e procurar pela nova versão.

O Node.js será instalado no diretório oculto do seu usuário.

$ source ~/.bashrc

Para listar as versões disponíveis do Node.js

$ nvm ls-remote

Irá exibir as versões do Node.js e assim podemos ver se o NVM está funcionando corretamente.

Até a data de publicação deste howto, a versão atual do Node.js é 12.18.2

$ nvm install v12.18.2

Caso tenha instalado mais de uma versão e tenha necessidade de alternar entre elas, então segue:

$ nvm use

Verifique a versão do Node.js

$ node -v

Já ganha de bônus o NPM na instalação do Node.js. Para atualizar-lo o NPM, basta executar:

$ npm install npm -g

Feito!

terça-feira, 23 de junho de 2020

Guia de sobrevivência do GIT e Git Flow

GIT

Primeiro é necessário ressaltar a diferença entre GIT e Github, Bitbucket, Gitlab.

O GIT é o sistema de controle de versão e o Github, Bitbucket, Gitlab, são plataformas para hospedar projetos de desenvolvimento por meio de repositório público ou privado, que usa o GIT como base.

Escolhendo a plataforma que irá hospedar o seu projeto no repositório remoto, crie uma conta, se ainda não tiver, gera o par de chaves privada e pública, adicione a chave pública no seu perfil da plataforma escolhida, crie um repositório e por fim o primeiro commit. Calma, que irei explicar cada item passo a passo.

Nesse artigo é explicado no Github por ser mais popular na comunidade opensource.

1. Acesse https://github.com , crie uma conta se ainda não tiver.

2. Gere um par de chaves privada e pública com SSH.

No Windows 10, com o GitBash que emula o terminal Bash do Linux, pode gerar o par de chaves privada e pública, usando o mesmo comando utilizado no Linux (qualquer distro).

$ ssh-keygen

Responda as perguntas que é solicitado, no final são gerados par de chaves privada e pública no arquivo oculto do seu usuário.

chave pública: ~/.ssh/id_rsa.pub
chave privada: ~/.ssh/id_rsa

3. Copiar o conteúdo do arquivo ~/.ssh/id_rsa.pub na configuração do perfil na plataforma escolhida, no caso do Github é https://github.com/settings/keys

$ cat ~/.ssh/id_rsa.pub

4. Colar o conteúdo no campo Key e defina um nome no campo Title, como por exemplo: máquina-casa, máquina-empresa.

Ao salvar, confirma com sua senha da conta.

5. Crie um repositório ao clicar em "+" > "New Repository"

6. Define um nome para o repositório em "Repository name"

7. Marque "Public" ou "Private" conforme a sua escolha do repositório de domínio público ou privado.

8. Clique no botão "Create repository"

9. Agora na sua máquina, crie um diretório para o projeto se não existir ou pode utilizar o diretório existente do seu projeto, adicione o repositório remoto.

10. Acesse o diretório do projeto e segue:

Apenas na primeira vez, execute o comando git init para inicializar o repositório local do Git. O próximo passo é adicionar o repositório remoto correspondente a alguma plataforma Github, Bitbucket, Gitlab ou outro servidor no modo Git Bare . Nesse artigo é utilizado o Github.

11. Adicionando o repositório remoto

É possível adicionar o repositório remoto de duas formas: protocolo https ou ssh. A diferença é que usando o protocolo ssh e com a chave pública adicionada no perfil do Github/Bitbucket/Gitlab ao fazer o push não é solicitado a senha, porém conforme foi gerado o par de chaves privada e pública, uma das perguntas é uma senha secreta corresponde a chave, isso é opcional, o default é sem, mas se caso criou, será solicitado essa senha secreta, ok?

$ git remote add origin git@github.com:< SEU-USERNAME >/< SEU-REPOSITORIO >.git

Inicializa o repositório local no diretório do projeto.

$ git init

12. Adicionando informações nome, e-mail, coloque com suas informações

$ git config --global user.name "Nome completo"
$ git config --global user.email nome.sobrenome@dominio.com

13. Adicionar os arquivos na fila de commit

$ git add .

14. Commit com comentário, se for o primeiro commit, é tradicional colocar "first commit", mas pode colocar qualquer comentário, nos demais commits é interessante colocar comentário relevantes sobre o que foi feito

$ git commit -m "first commit"

15. Enviar os arquivos para o repositório remoto

$ git push origin master

Git Flow

Manter as branches master e develop como principais no repositório do projeto, a branch master é de produção e a branch develop é que estar em desenvolvimento.

As features novas do projeto são issues publicadas no repositório, então cria-se uma branch com o id da issue a partir da branch develop sempre atualizada.

Na prática, fica assim:

Fluxo de Git-Flow

$ git checkout develop
$ git pull origin develop
$ git checkout -b < id-issue >

Faz a codificação na branch da issue e ao terminar, faz o commit e push nessa branch. Em seguida, faz o Pull Request da branch da issue para branch develop e outro desenvolvedor faz o Code Review do que foi feito e estando OK, faz o merge para develop.

git add .
git commit -m "comentário resumido do que foi feito na issue"
git push origin

No final da Sprint que geralmente é de uma ou duas semanas e após testado e OK na develop, faz o merge da branch develop para master.

Segue o fluxo na próxima issue.

Pronto, por meio deste artigo foi possível aprender sobre o Git, plataformas Github, Bitbucket, Gitlab e o fluxo de desenvolvimento utilizando o Git Flow.

Feito!

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Conhecendo P5JS

O p5.js é uma biblioteca JavaScript para codificação criativa, com foco em tornar a codificação acessível e inclusiva para artistas, designers, educadores, iniciantes e qualquer outra pessoa. O p5.js é gratuito e de código aberto, porque acreditamos que o software e as ferramentas para aprendê-lo devem estar acessíveis a todos.

Usando a metáfora de um esboço, o p5.js possui um conjunto completo de funcionalidades de desenho. No entanto, você não está limitado à sua tela de desenho. Você pode pensar em toda a página do navegador como seu esboço, incluindo objetos HTML5 para texto, entrada, vídeo, webcam e som.

Para saber mais verifique a documentação

domingo, 21 de junho de 2020

Instalando o Docker com WSL2 no Windows 10

Em 2016, a Microsoft anunciou a possibilidade de rodar o Linux dentro do Windows 10 como um subsistema e o nome a isto foi dado de WSL ou Windows Subsystem for Linux.

O acesso ao sistema de arquivos no Windows 10 pelo Linux era simples e rápido, porém não tinhamos uma execução completa do kernel do Linux e outros artefatos nativos e isto impossibilitava a execução de várias tarefas no Linux, uma delas é o Docker.

Em 2019, a Microsoft anunciou o WSL2, com uma dinâmica aprimorada em relação a 1ª versão:

  • Execução do kernel completo do Linux
  • Melhor desempenho para acesso aos arquivos dentro do Linux
  • Compatibilidade completa de chamada do sistema

O WSL2 já estava disponível na versão Insider do Windows, mas na última semana de maio de 2020 passou a estar disponível em final release na atualização 20.04 do Windows 10.

Assim, o WSL2 permitiu que executemos Docker no Linux usando o Windows 10.

Compare as versões: https://docs.microsoft.com/pt-br/windows/wsl/compare-versions

Vamos entender como usar o Docker com o WSL 2.

Antes de começarmos o que você precisa ter para rodar o WSL:

  • Windows 10 Home ou Professional
  • Uma máquina compatível com virtualização
  • Pelo menos 4GB de memória RAM
  1. Verifique a versão do seu Windows, se já for a versão 20.04 ótimo, estamos prontos, senão precisamos instalar a atualização para instalar a 20.04.
    https://www.microsoft.com/pt-br/software-download/windows10
    O software da atualização verificará se sua máquina é compatível com a atualização. A atualização poderá levar muito tempo, pra mim levou mais de 1 hora para atualizar.
  2. Instale a última atualização do kernel do WSL 2:
    https://docs.microsoft.com/pt-br/windows/wsl/wsl2-kernel
    Basta instalar, não precisa de mais nada
    Recomendar este tutorial e colocar no Youtube Install Windows Subsystem for Linux (WSL) on Windows 10
  3. Habilite o recurso do WSL no Windows
    Digite no PowerShell em modo administrador:
    dism.exe /online /enable-feature /featurename:Microsoft-Windows-Subsystem-Linux /all /norestart
    dism.exe /online /enable-feature /featurename:VirtualMachinePlatform /all /norestart

    Reinicie sua máquina somente por segurança.
  4. Atribua a versão default do WSL para a versão 2
    wsl --set-default-version 2
  5. Escolha sua distribuição Linux no Windows Store
    Ao iniciar a versão, você deverá criar um usuário que poderá ser o mesmo da sua máquina e uma senha, este será o usuário root da sua instância WSL.
  6. Alterar a versão do WSL de uma distribuição
    wsl --set-version
  7. Dicas:
    • Atalho no menu iniciar Ou executando C:\Windows\System32\wsl.exe
    • O sistema de arquivos do Windows é acessível em /mnt
    • É possível acessar o sistema de arquivos do Linux pela rede do Windows digite \\wsl$
    • É possível acessar uma pasta digitando explorer.exe
    • É possível abrir uma pasta com o VSCode digitando code .
    • É possível acessar executáveis do Windows no terminal do Linux.
  8. Instale o Docker Desktop versão maior ou igual 2.3
  9. Habilite o WSL no Docker Desktop
    Vá em Resources/WSL Integration
  10. Teste o seu Docker
    Execute o comando docker run ou docker-compose up
  11. Por padrão o WSL2 pode utilizar “recursos de forma ilimitada” na sua máquina
    Se você quiser limitar os recursos, crie um arquivo .wsconfig na pasta do seu usuário
    https://docs.microsoft.com/pt-br/windows/wsl/wsl-config#configure-global-options-with-wslconfig
    Depois de configurar execute no power shell:
    wsl --shutdown
    (vai reiniciar o Docker também e vai aparecer uma mensagem se você quer iniciar o Docker
  12. As duas distribuições WSL do docker
    https://www.docker.com/blog/new-docker-desktop-wsl2-backend/
  13. Liberar memória no host
    https://linux-mm.org/Drop_Caches
    echo 1 | sudo tee /proc/sys/vm/drop_caches
    echo 3 | sudo tee /proc/sys/vm/drop_caches
  14. Use BuildKit and multi-stage builds
    Acrescente export DOCKER_BUILDKIT=1 no .profile do seu usuário

Referências:

Guia rápido de instalação do WSL2

Feito!

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Executando primeira aplicação Electron

O que é Electron?

Electron é um framework de código aberto criado por Cheng Zhao, e agora desenvolvido pelo GitHub. Permite desenvolver aplicações para desktop com interface gráfica usando componentes frontend e backend originalmente criados para aplicações web: Node.js para o backend e Chromium para o frontend.

Estrutura de uma aplicação Electron

Um aplicativo Electron básico consiste em três arquivos: package.json (metadata), main.js (código) e index.html (ambiente gráfico com frontend) e o framework é fornecido pelo arquivo executável (electron.exe no Windows, electron.app no macOS e electron no Linux).

Se desejar adicionar ícones customizados podem renomear ou editar o arquivo executável.

O arquivo mais importante é o package.json. Nele mantém as informações sobre os pacotes. As informações mais comuns são:

  • "name", nome da aplicação;
  • "version", versão da aplicação;
  • "main", nome do script principal da aplicação;

package.json é um arquivo npm.

Aplicações que usam Electron

Um número significativo de aplicativos desktop é construído com o Electron, dentre os quais:

  • Atom
  • GitHub Desktop
  • Visual Studio Code
  • Discord
  • Entre outros

Criando primeira aplicação com Electron

Ps: Necessário instalar antes o Nodejs

Crie um diretório para a aplicação Electron, acesse esse diretório e execute npm init

$ mkdir -p electron/first-app
$ cd electron/first-app
$ npm init

O NPM guiará o arquivo package.json com base das perguntas solicitadas. O script especificado por main é onde inicializa o aplicativo.

package.json

{
  "name": "first-app",
  "version": "1.0.0",
  "description": "",
  "main": "main.js",
  "scripts": {
    "start": "electron ."
  },
  "author": "Reginaldo",
  "license": "MIT"
}

Instalar o Electron de forma global

$ sudo npm install -g electron

main.js

const { app, BrowserWindow } = require('electron')

function createWindow () {
// Create the browser window.
const win = new BrowserWindow({
width: 800,
height: 600,
webPreferences: { nodeIntegration: true
}
})

// and load the index.html of the app.
win.loadFile('index.html')

// Open the DevTools.
//win.webContents.openDevTools()
}

// This method will be called when Electron has finished
// initialization and is ready to create browser windows.
// Some APIs can only be used after this event occurs.
app.whenReady().then(createWindow)

// Quit when all windows are closed.
app.on('window-all-closed', () => {
// On macOS it is common for applications and their menu bar
// to stay active until the user quits explicitly with Cmd + Q
if (process.platform !== 'darwin') {
app.quit()
}
})

app.on('activate', () => {
// On macOS it's common to re-create a window in the app when the
// dock icon is clicked and there are no other windows open.
if (BrowserWindow.getAllWindows().length === 0) {
createWindow()
}
})

// In this file you can include the rest of your app's specific main process
// code. You can also put them in separate files and require them here.


Finalmente o arquivo index.html de exemplo

< !DOCTYPE html>
< html>
< head>
< meta charset="UTF-8">
< title>Hello World!

< meta http-equiv="Content-Security-Policy" content="script-src 'self' 'unsafe-inline';" />
< /head>
< body>

Hello World!


We are using node , Chrome , and Electron .
< /body>
< /html>

Executar a aplicação Electron

$ npm start

Feito!

terça-feira, 9 de junho de 2020

Conhecendo o Google Colab

O que é Google Colab?

O Google Colab (Colaborativo) é um serviço de nuvem gratuito hospedado pelo Google para incentivar a pesquisa de Aprendizado de Máquina e Inteligência Artificial, onde muitas vezes a barreira para o aprendizado e o sucesso é a exigência de um tremendo poder computacional.

Para quem pretende explorar o Machine Learning em simulações com enorme conjunto de dados, o Google Colab é uma solução ideal para você.

Benefícios do Colab

  • Suporte para Python 2.7 e Python 3.6;
  • Aceleração de GPU gratuito;
  • Bibliotecas pré-instaladas: Todas as principais bibliotecas Python, como o TensorFlow, o Scikit-learn, o Matplotib, entre muitas outras, estão pré-instaladas e prontas para serem importadas;
  • Construído com base no Jupyter Notebook;
  • Recurso de colaboração (funcionna como o Google Docs): o Google Colab permite que os desenvolvedores usem e compartilhem o Jupyter Notebook entre si sem precisar fazer download, instalação ou executar qualquer coisa que não seja um navegador;
  • Suporta comandos bash;
  • Os Notebooks do Google Colab são armazenados no GDrive.

Criando um Notebook com o Colab

  1. Acessar com uma conta logada do Google o Google Colab
  2. Clique em "novo notebook" e selecione Notebook Python 2 ou Notebook Python 3

OU

  1. Acessar com uma conta logada do Google o Google Drive;
  2. Crie um novo diretório para o projeto;
  3. Clique em Novo > Mais > Colaboratório

Configurando o acelerador de GPU

O hardware padrão do Google Colab é a CPU ou pode ser GPU.

Clique em Editar > Configuraçoes do Notebook > Acelerador de hardware > GPU

OU
Clique em Runtime > Hardware Accelerator > GPU

Executando uma célula

Certifique-se de que o runtime esteja conectado. O bloco de anotações mostra uma marca verde e "Conectado" no canto superior direito;

Existem várias opções de tempo de execução em "Runtime".

OU
Para executar a célula atual, pressione SHIFT + ENTER.

Agora, pode simular um conjunto de dados e aplicar técnicas de Machine Learning no Google Colab.

Referências



Python Data Sciense Handbook

Feito!

domingo, 7 de junho de 2020

Calculando sub-rede IPv4 e IPv6 com sipcalc

O que é sipcalc?

O sipcalc é um projeto de código aberto com licença GNU/GPL, que pode ser instalado em sistemas UNIX like, assim como nas distros Linux.

Qual a função do sipcalc?

É uma calculadora de sub-rede (VLSM) no ipv4 e ipv6.

O aplicativo sipcalc recebe como parâmetro um endereço IP e uma másca de rede (netmask) e exibe as informações sobre a rede.

Instalação do sipcalc nas principais distros Linux


Debian, Ubuntu e afins

$ sudo apt install sipcalc

Fedora

$ sudo dnf install sipcalc

Arch, Manjaro

$ sudo pacman -S sipcalc

Utilização do sipcalc

$ sipcalc 192.168.1.2/23 192.168.1.50

Também é possível exibir informações da rede de um domínio, como no exemplo abaixo:

$ sipcalc -d www.google.com.br

E no IPv6?

Visualizando uma classe IPv6

$ sipcalc 2001:0DB8::/32

Dividindo uma classe IPv6

$ sipcalc -S /33 2001:0DB8::/32

Com a opção -S podemos subdividir nossa classe /32 em quantas classes forem necessárias, vejamos o exemplo abaixo:

$ sipcalc -S /64 2001:0DB8::/32

Nesse caso teremos mais de 65 mil classes possíveis contendo mais de 4 Bilhoẽs de endereços ao todo, ou seja, um IPv4 completo.

Com os resultados obtidos conseguimos visualizar onde a rede inicia e termina, lembrando que no IPv6 não existe porção de rede e porção de host.

Podemos também gerar endereços para DNS reverso, conforme segue no exemplo abaixo:

$ sipcalc -r 2001:0DB8:/32

Referência

https://github.com/sii/sipcalc

Feito!

sábado, 6 de junho de 2020

Crie seu próprio Dropbox com o Nextcloud

O que é Nextcloud?


Nextcloud tem funcionalidade muito semelhante ao Dropbox, com a diferença de ser código aberto, e assim permitir que qualquer pessoa instalar e operá-lo sem custo em um servidor privado. Nextcloud é um fork do projeto ownCloud.

O objetivo deste post é de apresentar a forma de usar o Nextcloud no Docker, pela imagem oficial disponível no Docker Hub . No entanto, se ainda não tiver o Docker instalado, verifica o howto de instalação do Docker e Docker-compose no Linux .

Instalação do Nextcloud no Docker

$ docker container run -d -p 8080:80 -v $HOME/nextcloud:/var/www/html nextcloud

Unable to find image 'nextcloud:latest' locally
latest: Pulling from library/nextcloud
afb6ec6fdc1c: Pull complete
3d895574014b: Pull complete
c309fdad6410: Pull complete
c201f6a5d6f9: Pull complete
e87f853892aa: Pull complete
998b2113b400: Pull complete
b3c0b4710d3b: Pull complete
c79fb2b38801: Pull complete
30aa6f0dd423: Pull complete
8af9a337c36d: Pull complete
64ec85e06910: Pull complete
606f88b4f608: Pull complete
845e768a44c5: Pull complete
232824f4bf64: Pull complete
e62b2704afd5: Pull complete
3fb461b8f323: Pull complete
5a8c7e728bd1: Pull complete
840cc11060b3: Pull complete
26156e8cea36: Pull complete
2413ad1c2967: Pull complete
56e02c3217ca: Pull complete
Digest: sha256:b1bf8942e85c76aa86362a9ec7eef7ac12ac3c0f3106dd6a0ee89871186dff73
Status: Downloaded newer image for nextcloud:latest
92d2a3be6ec67012df6441d8350a9010ab772662a2970834e3c914e09b8c4e86


$ docker container ps

CONTAINER ID IMAGE COMMAND CREATED STATUS PORTS NAMES
92d2a3be6ec6 nextcloud "/entrypoint.sh apac…" 14 minutes ago Up 14 minutes 0.0.0.0:8080->80/tcp suspicious_mendel

No browser acessar http://localhost:8080

Na primeira vez é feito o cadastro com usuário e senha, nas próximas vezes só acessar com as credenciais que forem cadastradas.

Confira o volume no diretório definido mapeando entre a máquina x container nextcloud.

Feito!

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Conhecendo o Brave

O que é Brave?

Brave é um browser, software livre e de código aberto [4], desenvolvido pela Brave Software Inc., e baseado no browser Chromium, focado em privacidade e segurança online, que bloqueia por default anúncios e rastreamento virtual. Também pode navegar na rede TOR com um simples atalho.

Desde 2018, o Brave suporta: Windows, Linux, macOS, Android e iOS.

O Brave permite que os usuários suportem os sites que visitam usando BAT (Basic Attention Token) [1]. Os usuários podem ganhar BAT assistindo anúncios ou acrescentando fundos á sua carteira recebem 70% da receita gerada. Os 30% restantes são divididos entre a Brave e o publicador do anúncio [2].

A plataforma de troca de anúncios Basic Attention Token da Brave Software recebeu investimento da Danhua Capital, Digital Currency Group, Foundation Capital, Founders Fund, Huiyin Blockchain Venture Pantera Capital e Propel Venture Partners [3].

Instalação do Brave Browser nas principais distros Linux

Debian e derivados


sudo apt install apt-transport-https curl
curl -s https://brave-browser-apt-release.s3.brave.com/brave-core.asc | sudo apt-key --keyring /etc/apt/trusted.gpg.d/brave-browser-release.gpg add -
echo "deb [arch=amd64] https://brave-browser-apt-release.s3.brave.com/ stable main" | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/brave-browser-release.list
sudo apt update
sudo apt install brave-browser

RHEL/CentOS, Fedora


sudo dnf install dnf-plugins-core
sudo dnf config-manager --add-repo https://brave-browser-rpm-release.s3.brave.com/x86_64/
sudo rpm --import https://brave-browser-rpm-release.s3.brave.com/brave-core.asc
sudo dnf install brave-browser

openSUSE


sudo zypper install curl
sudo rpm --import https://brave-browser-rpm-release.s3.brave.com/brave-core.asc
sudo zypper addrepo https://brave-browser-rpm-release.s3.brave.com/x86_64/ brave-browser
sudo zypper install brave-browser

Atalho para abrir o Browser Brave no modo TOR

Para abrir o Browser Brave no modo TOR, basta usar a combinação de teclas: Alt+Shift+N


Referências


[1] Keck, Catie. Brave Wants to Destroy the Ad Business by Paying You to Watch Ads in its Web Browser

[2] Brave Ads History Collection Privacy Policy

[3] Basic Attention Token

[4] Repositório brave-browser no Github

[5] https://brave.com

Feito!

terça-feira, 19 de maio de 2020

Conhecendo o Deno

Surgimento do Deno

No final de 2018, Ryan Dahl, criador do Node.js, estava no desenvolvimento do novo runtime JavaScript: O Deno. Apesar do trocadilho com o nome (no-de x de-no) e ter como integrante do time desenvolvimento o criador do Node.js, o Deno vem sendo desenvolvendo como uma implementação completamente nova e não como um fork do Node.

O que é Deno?
"Deno is a new runtime for executing JavaScript and TypeScript outside of the web browser."

A proposta do Deno é prover uma ferramenta standalone que permita a criação de uma solução rápida para funcionalidades complexas. Sua abordagem é, e sempre será, de ser um único arquivo executável.

Vantagens do Deno são:

  • Seguro por padrão. Nenhum acesso a arquivos, redes ou ambientes, a menos que seja explicitamente ativado.
  • Suporta TypeScript pronto para uso.
  • Envia apenas um único arquivo executável.
  • Possui utilitários embutidos, como um inspetor de dependências (deno info) e um formatador de código (deno fmt).
  • Possui um conjunto de módulos padrão revisados (auditados) que garantem o funcionamento com o Deno: https://deno.land/std
Instalação do Deno

Linux (qualquer distro)

Com o curl instalado, execute:

$ curl -fsSL https://deno.land/x/install/install.sh | sh

Windows (usando o Chocolatey )
choco install deno
$ export DENO_INSTALL="$HOME/.deno"
$ export PATH="$DENO_INSTALL/bin:$PATH"


macOS
brew install deno

helloworld.ts

import { serve } from 'https://deno.land/std@0.50.0/http/server.ts';
const s = serve({ port : 8000 });
console.log("Running ...");
for await (const req of s) {
req.respond({ body: "Hello World" });
}

Executar

deno run --allow-net helloworld.ts

Abra o browser e acesse http://localhost:8000 que verá o "Hello World" na página.

Referência

https://deno.land/

https://deno.land/v1

https://www.infoq.com/br/news/2019/04/deno-v8-typescript/

https://www.infoq.com/br/news/2020/05/sucessor-node-js-conheca-deno/

Feito!

terça-feira, 12 de maio de 2020

Conhecendo o Bagisto

O que é Bagisto?
Bagisto é uma plataforma de E-commerce, de código aberto, com licença MIT, implementado em PHP, Framework Laravel, Vue.js e com SGBD MySQL/MariaDB.

Recursos do Bagisto
  • Suporte RTL
  • Suporta vários canais, localidades e moedas
  • Camada de controle de acesso embutido
  • Loja responsiva
  • Painel de administração e painel
  • Atributos de produtos personalizados
  • Suporte para vários temas da loja
  • Inventário de várias lojas
  • Sistema de gerenciamento de pedidos
  • Carrinho de cliente, lista de desejos e análises de produtos
Pré requisitos do Bagisto

PHP, MySQL, Composer e Git

Procedimentos de instalação e configuração do Bagisto

Clone do repositório
git clone https://github.com/bagisto/bagisto.git

Acesse o diretório do repositório clonado

cd bagisto

Instala as dependências com o composer

composer install

Crie o banco de dados com nome ecommerce no SGBD MySQL

Nota: Pode utilizar o cliente SGBD que preferir, por exemplo: MySQL Workbench, DBeaver ou whatever.
Nesse howto é explicado no terminal do Linux (qualquer distro).

# mysql -u root -p
Enter password: < digite a senha de root que foi definida na instalação do MySQL > mysql> create database ecommerce character set utf8;

Criar o usuário ecommerce para o banco ecommerce

mysql> GRANT ALL PRIVILEGES ON *.* TO ecommerce@localhost IDENTIFIED BY 'secret' WITH GRANT OPTION;
Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)
mysql> quit

Renomeia o arquivo .env.example para .env

$ mv .env.example .env
Adicione as configurações do banco de dados, como host, nome da base, usuário e password

Gerar a chave da aplicação

php artisan key:generate

Criar as tabelas no banco de dados automatizado com migrations do Laravel

php artisan migrate

Popular os dados na tabela

php artisan db:seed

Configuração base inicial, como imagens, entre outros

php artisan vendor:publish
digite 0

Criar o link simbólico da aplicação

php artisan storage:link

Iniciar o servidor embutido do PHP

php artisan serve

No browser acessar http://localhost:8000/bagisto/public

As credencias defaults do Bagisto são:

email:admin@example.com
password:admin123
Feito!

sábado, 9 de maio de 2020

Instalando o Composer no Windows e Linux

O que é Composer?
Composer é um gerenciador de dependências do PHP que facilita instalar bibliotecas e frameworks de terceiros ou mesmo suas que deseja ou precisa utilizar em seu projeto. Assim o composer encarraga-se de buscar, fazer o download e criar um autoloader deixando-as prontas para uso.

Instalação do Composer

Windows

Faça o download e execute o Composer-Setup.exe . Esse instalador do Composer já adiciona no PATH do sistema. Fecha o CMD ou PowerShell se tiver aberto e abre novamente, digita composer -V

Linux (qualquer distro)

Pré requisitos:

$ curl -s https://getcomposer.org/installer | php

$ sudo mv composer.phar /usr/local/bin/composer

Feito!

Instalando o MySQL no Windows 10

O MySQL é um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) relacional de plataforma aberta e de código aberto desenvolvido pela empresa Sueca "MySQL AB" e posteriormente adquirido pela Oracle Corporation. O MySQL é oferecido em duas versões: MySQL community e enterprise. Nesse artigo, será instalado o MySQL Community.

O objetivo deste artigo é descrever a instalação do SGBD MySQL 8 oficial e do jeito certo no Windows 10.

Pré requisitos do SGBD MySQL

Microsoft .NET 4.5 ou superior

Visual C++

Download e instalação do SGBD MySQL

No setup escolha o tipo de instalação, você tem quatro opções de instalação.

  • Developer default: Se você deseja criar uma máquina de desenvolvimento, pode usar esta opção. Ele instala os componentes necessários para o desenvolvimento de aplicativos, por exemplo, MySQL Server, MySQL Shell, conectores MySQL, MySQL.
  • Server: Se você deseja criar um servidor de banco de dados independente com componentes específicos, pode usar esta opção.
  • Full: Se você deseja instalar o MySQL Server com todos os seus componentes, poderá usar esta opção.
  • Custom: se seus requisitos estiverem limitados a poucos componentes, você poderá usar esta opção.

No setup, marque Developer Default ou Full se estiver instalando na máquina de desenvolvimento, conforme na Figura 1



Figura 1 Tipo de instalação

Revisão da lista que será instalado, se marcou o Developer default ou Full, é exibido conforme na Fig. 2



Figura 2. Revisão da lista incluída na instalação


Lista do que foi instalado, conforme na Figura 3.


Na tela de configuração do produto, você pode ver a lista dos produtos que precisam ser configurados. Primeiro, vamos configurar o servidor MySQL. Clique em Next.

Figura 3 Lista do que foi instalado

Na Figura 4 de alta disponibilidade, podemos optar por instalar o cluster InnoDB ou o servidor MySQL independente. O cluster InnoDB é a solução de alta disponibilidade do MySQL, que utiliza replicação de grupo. Neste artigo, foi instalado instalação standalone do MySQL Server.




Figura 4 Alta disponibilidade

Na Figura 5, configuração do tipo de configuração do MySQL. O tipo de configuração do MySQL é um conjunto predefinido de parâmetro de configuração que determina quantos recursos devem ser alocados aos Serviços MySQL.

  • Development Computer: Esta configuração utiliza uma quantidade mínima de recursos para o MySQL Service.
  • Server Computer: Esta configuração utiliza uma quantidade mínima de recursos. Essa opção é adequada quando estamos instalando servidores de banco de dados e servidores da web na mesma máquina. A configuração aloca uma quantidade média de recursos para o MySQL Service.
  • Dedidecated Computer: Esta opção é usada quando criamos um servidor MySQL dedicado. A configuração aloca uma grande quantidade de recursos para o MySQL Service


Figura 5 Tipo de configuração do MySQL


Nesta etapa, podemos controlar como os clientes podem se conectar aos bancos de dados MySQL. Podemos usar o protocolo TCP/IP ou pipe nomeado ou memória compartilhada. Se você deseja configurar pipe ou memória compartilhada, devemos fornecer o nome do pipe e o nome da memória. Você também pode especificar a porta padrão para se conectar ao servidor de banco de dados. Você também pode optar por permitir o número da porta especificado na caixa de texto Porta no firewall. Veja a Figura 6.



Figura 6 Forma de conexão do MySQL


Na versão MySQL 8.0, podemos usar senhas fortes baseadas em SHA256. Na tela Método de autenticação, escolha a opção para usar o método de autenticação herdado ou a senha forte para autenticação. Nota: Se você estiver usando a Criptografia de senha forte para autenticação, verifique se todos os conectores devem estar atualizados para a versão mais recente. Vamos usar a criptografia de senha forte para autenticação. Veja na Figura 7.



Figura 7 Autenticação do MySQL


Nesta etapa, Contas e funções, você pode especificar a senha da conta raiz do MySQL. A conta raiz do MySQL é uma conta sysadmin padrão e deve ser desativada. Assim criar outras contas de usuários para o MySQL, aplicando o Grant. Veja na Figura 8



Figura 8 Contas de usuários e papeis do MySQL


Na etapa, Serviço do Windows, você pode configurar o servidor MySQL para ser executado como um serviço do Windows. Você pode fornecer o nome desejado e configurá-lo para iniciar automaticamente o serviço quando o sistema reiniciar. Além disso, você pode fornecer as credenciais sob as quais o serviço MySQL será executado. Você pode escolher a conta padrão do sistema ou fornecer um usuário específico. Veja na Figura 9.



Figura 9 Serviço do Windows


Nesta etapa, Aplicar configuração, você pode ver a lista de etapas de confirmação. Depois que todas as definições de configuração forem verificadas, clique em Executar. Veja na Figura 10.



Figura 10 Aplicar configuração


O processo de instalação do MySQL é iniciado. Você pode visualizar o processo de instalação na guia "Log". Quando a instalação for concluída com êxito, clique em "Concluir" para fechar o instalador. Veja Figura 11.



Figura 11 Etapa final de instalação do MySQL


Feito!

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Configurando o ambiente PHP no Windows do jeito certo

É comum no Windows usar ferramenta Wampp, Xampp, conhecidos como "amps" que inclui o Apache, PHP, MySQL e phpmyadmin, de início parece ser bom, mas devemos tomar cuidado para que não fiquemos presos nessas ferramentas de modo que não saibamos a trabalhar em outro ambiente. Principalmente para quem é iniciante ou está aprendendo, é importante saber trabalhar de modo desapegado, tanto para ter flexibilidade, quanto para entender como as coisas funcionam.

O desenvolvedor PHP no Windows precisa no mínimo saber usar o PHP instalado do zero, até mesmo porque a partir da versão 5.4, o PHP vem com servidor embutido que nos permite executar uma aplicação rapidamente usando o terminal.
Qual é o objetivo?
Fazer o download do PHP diretamente do site https://php.net e configurar manualmente no Windows e mostrar o uso do servidor embutido para executar scripts, aplicações em PHP.

Procedimentos
  1. Acesse https://php.net/downloads.php e faça o download do PHP para Windows. Recomendo o download da versão mais recente do PHP. Até a data de publicação deste post, a versão atual do PHP é 7.4.5
  2. Escolha a plataforma do PHP em relação ao seu computador, x86 ou x64.
    Detalhe importante é escolher entre as versões Thread Safe (TS) ou Non Thread Safe (NTS). Isso significa questões internas do PHP, mas para desenvolvimento escolha Non Thread Safe (NTS)
  3. Após o download, descompacte o arquivo .zip na partição C:\ e renomeie o diretório para php
  4. Faça a instalação do Microsoft Visual C++ , o PHP precisa para ser executado na máquina.
  5. Adicionar no PATH do Windows 10 o diretório C:\php que foi descompactado no item 1
    1. Clique no botão direito no "Computador" / "Computer" e escolha "Propriedades" / "Properties";
    2. Escolha "Configurações Avançadas de Sistema" / "Advanced System Settings";
    3. Clique em "Variáveis de Ambiente" / "Environment variables";
    4. Selecione PATH e clique em editar ou novo
    5. Adicione valor da variável de ambiente PATH, colocar o diretório C:\php. Fecha todas as janelas restantes, clicando em OK;
    6. Reabra o CMD ou Powershell e digite php --version
  6. No diretório C:\php tem dois arquivos de configurações: php.ini-development e php.ini-production. Renomei o arquivo php.ini-development para php.ini. É nesse arquivo que apresenta as configurações para executar o PHP e habilitar extensões necessárias durante o desenvolvimento da aplicação.
  7. Abra o Bloco de Notas com botão direito do mouse e clique em Executar como Administrador. C:\Windows\System32\drivers\etc, selecione Todos os arquivos para exibir o arquivo hosts. Verifique se existe a linha 127.0.0.1 localhost, se existir está pronto, senão acresente-a ao final do arquivo, salve e feche o Bloco de Notas.
  8. Escolha o diretório onde irá manter os projetos PHP. Nesse exemplo, foi escolhido o diretório C:\Users\Reginaldo\projeto
  9. Criei o arquivo info.php no diretório escolhido

    < ?php
    phpinfo();


  10. Execute no diretório escolhido no item anterior
  11. php -S localhost:8000

  12. No browser acesse http://localhost:8000

Agora só instalar o SGBD MySQL ou PostgreSQL e o cliente DBeaver que suporta diversos SGBDs (MySQL, PostgreSQL, Oracle, MSSQL).

Referências

https://www.php.net/manual/pt_BR/features.commandline.webserver.php

Feito!

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Conhecendo o Joplin como alternativa ao Evernote

O que é Joplin?

O Joplin é um aplicativo gratuito, de código aberto, de anotações e tarefas a fazer, que pode lidar com um grande número de notas organizadas em cadernos. As notas são pesquisáveis, podem ser copiadas, marcadas e modificadas diretamente dos aplicativos ou do seu próprio editor de texto. As notas estão no formato Markdown.

As notas exportadas do Evernote via arquivos .enex podem ser importadas para o Joplin, incluindo o conteúdo formatado (que é convertido em Markdown), recursos (imagens, anexos etc.) e metadados completos (geolocalização, hora atualizada, hora criada, etc.) . Arquivos Markdown simples também podem ser importados.

As notas podem ser sincronizadas com vários serviços em nuvem, incluindo Nextcloud, Dropbox, OneDrive, WebDAV ou o sistema de arquivos (por exemplo, com um diretório de rede). Ao sincronizar as anotações, blocos de anotações, tags e outros metadados são salvos em arquivos de texto sem formatação que podem ser facilmente inspecionados, copiados e movidos.

O aplicativo está disponível para Windows, Linux, macOS, Android e iOS (o aplicativo do terminal também funciona no FreeBSD). Um Web Clipper, para salvar páginas da Web e capturas de tela do seu navegador, também está disponível para Firefox e Chrome.


Figura 1. Aplicativo Joplin desktop, mobile e terminal


Instalação do Joplin

Linux (qualquer distro)

$ sudo wget -O - https://raw.githubusercontent.com/laurent22/joplin/master/Joplin_install_and_update.sh | bash

macOS

brew install joplin

Windows 10

Joplin Portable

Mobile

Android

iOS

Aplicação terminal para sincronização

Linux (qualquer distro)

Pré-requisitos: Requer Node versão 10 ou superior

$ sudo npm install -g joplin

Sincronização

Um dos objetivos de Joplin era evitar estar vinculado a qualquer empresa ou serviço em particular, seja Evernote, Google ou Microsoft. Como tal, a sincronização é projetada sem nenhuma dependência rígida de qualquer serviço específico. A maior parte do processo de sincronização é feita em um nível abstrato e o acesso a serviços externos, como Nextcloud ou Dropbox, é feito por meio de drivers leves. É fácil oferecer suporte a novos serviços, criando drivers simples que fornecem uma interface semelhante ao sistema de arquivos, ou seja, a capacidade de ler, gravar, excluir e listar itens. Também é simples alternar de um serviço para outro ou sincronizar para vários serviços ao mesmo tempo. Cada nota, bloco de anotações, tags e a relação entre os itens são transmitidos como arquivos de texto sem formatação durante a sincronização, o que significa que os dados também podem ser movidos para um aplicativo diferente, podem ser facilmente copiados, inspecionados, etc.

Atualmente, a sincronização é possível com o Nextcloud, Dropbox, OneDrive ou o sistema de arquivos local. Para ativar a sincronização, siga as instruções abaixo. Depois disso, o aplicativo será sincronizado em segundo plano sempre que estiver em execução, ou você pode clicar em "Sincronizar" para iniciar uma sincronização manualmente.

Sincronizando com Nextcloud

O Nextcloud é uma solução de nuvem privada auto-hospedada. Ele pode armazenar documentos, imagens e vídeos, mas também calendários, senhas e inúmeras outras coisas, além de sincronizá-los com o seu laptop ou telefone. Como você pode hospedar seu próprio servidor Nextcloud, você possui os dados em seu dispositivo e a infraestrutura usada para sincronização. Como tal, é uma boa opção para Joplin. A plataforma também é bem suportada e com uma comunidade forte, por isso provavelmente existe por um tempo, já que é de código aberto de qualquer maneira, não é um serviço que possa ser fechado, pode existir em um servidor por um tempo.

No aplicativo de desktop ou móvel, vá para a tela de configuração e selecione Nextcloud como o destino de sincronização. Em seguida, insira o URL do WebDAV (para obtê-lo, clique em Configurações no canto inferior esquerdo da página, no Nextcloud), normalmente é https://seudominio.com/nextcloud/remote.php/webdav/Joplin (certifique-se de crie o diretório "Joplin" no Nextcloud) e defina o nome de usuário e a senha. Se não funcionar, consulte esta explicação para mais detalhes.

No aplicativo de terminal, você precisará definir a variável de configuração sync.target e todas as variáveis ​​de configuração sync.5.path, sync.5.username e sync.5.password como, respectivamente, o URL do Nextcloud WebDAV, seu nome de usuário e seu senha.

Isso pode ser feito no modo de linha de comando usando:

Após digitar no terminal joplin

:config sync.5.path https://seudominio.com/nextcloud/remote.php/webdav/Joplin
:config sync.5.username YOUR_USERNAME
:config sync.5.password YOUR_PASSWORD
:config sync.target 5

Referências

https://joplinapp.org/

Feito!

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Ativar o logon automático no Windows

O objetivo deste artigo é de descrever a configuraração do Windows para automatizar o processo de logon, armazenando a sua senha e outras informações pertinentes no banco de dados do Registro. Com esse recurso, outros usuários podem iniciar seu computador e usar a conta que você estabelecer para fazer logon automaticamente.

Importante O recurso de logon automático é fornecido como uma conveniência. No entanto, ele pode ser um risco de segurança. Se você definir um computador para fazer logon automático, qualquer pessoa que tiver acesso físico ao computador poderá acessar todo o seu conteúdo, incluindo as redes às quais o computador esteja conectado. Além disso, quando o logon automático está ativado, a senha é armazenada no Registro em texto sem formatação. A chave do Registro específica que armazena esse valor pode ser lida remotamente pelo grupo Usuários Autenticados. Essa configuração é recomendada apenas para casos em que o computador está fisicamente seguro e todas as medidas necessárias foram tomadas para garantir que usuários não confiáveis não consigam acessar remotamente o Registro.

  1. Clique em Iniciar e em Executar.
  2. Na caixa Abrir, digite Regedt32.exe e pressione Enter.
  3. Localize a seguinte subchave no Registro:
    HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\Winlogon
  4. Clique duas vezes na entrada DefaultUserName, digite seu nome de usuário e clique em OK.
  5. Clique duas vezes na entrada DefaultPassword, digite sua senha e clique em OK.
  6. Observação Se o valor DefaultPassword não existir, ele deverá ser adicionado. Para adicionar o valor, siga estas etapas:
    1. No menu Editar, clique em Novo e aponte para Valor da Cadeia de Caracteres.
    2. Digite DefaultPassword e pressione Enter.
    3. Clique duas vezes em DefaultPassword.
    4. Na caixa de diálogo Editar Cadeia de Caracteres, digite sua senha e clique em OK.
    Observação Se nenhuma cadeia de caracteres DefaultPassword for especificada, o Windows mudará automaticamente os valores da chave AutoAdminLogon de 1 (true) para 0 (false), desabilitando o recurso AutoAdminLogon.
  7. No menu Editar, clique em Novo e aponte para Valor da Cadeia de Caracteres.
  8. Digite AutoAdminLogon e pressione Enter.
  9. Clique duas vezes em AutoAdminLogon.
  10. Na caixa Editar Cadeia de Cracteres, digite 1 e clique em OK.
  11. Saia do Editor do Registro.
  12. Clique em Iniciar, Desligar e digite um motivo na caixa de texto Comentário.
  13. Clique em OK para desligar o computador.
  14. Reinicie o computador. Agora, você pode fazer logon automaticamente.
Observações
  • Para ignorar o processo AutoAdminLogon e fazer logon como um usuário diferente, pressione e segure a tecla Shift depois de fazer logoff ou após a reinicialização do Windows.
  • Essa alteração no Registro não funcionará se o valor do Banner de Logon estiver definido no servidor por um objeto de Política de Grupo (GPO) ou por uma política local. Quando a política é alterada sem afetar o servidor, o recurso de logon automático funciona conforme o esperado.
  • Quando restrições de senha do EAS (Exchange Active Sync) estão ativas, o recurso de logon automático não funciona. Esse é o comportamento padrão. Esse comportamento é causado por uma alteração no Windows 8.1 e não afeta o Windows 8 ou versões anteriores. Para contorná-lo no Windows 8.1 e versões posteriores, remova as políticas do EAS no Painel de Controle.
  • Um logon de console interativo com um usuário diferente no servidor muda a entrada do Registro DefaultUserName como o último indicador de usuário conectado. AutoAdminLogon depende da entrada DefaultUserName para corresponder o usuário e a senha. Portanto, AutoAdminLogon pode falhar. Você pode configurar um script de desligamento para definir a entrada DefaultUserName correta para AutoAdminLogonAs.
Referência
https://support.microsoft.com/pt-br/help/324737/how-to-turn-on-automatic-logon-in-windows

Feito!

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Instalando e Configurando ambiente Bludit no Debian

O que é Bludit?

O Bludit é um CMS Flat-File existente que não utiliza banco de dados, mas são gerenciados por arquivos texto que pode ser usado para criação de sites e/ou blogs. Arquivos JSON são usados para armazenar o conteúdo. O plug-in Remote Content também pode ser usado para publicar conteúdo em uma plataforma como o GitHub.

O conteúdo pode ser formatado com a linguagem de marcação Markdown ou com código HTML ou um editor WYSIWYG . Vários modelos de design estão disponíveis para a aparência; os plugins permitem a expansão com funções adicionais. O Bludit é gratuito e de código aberto, está licenciado sob a licença MIT.

O Bludit foi desenvolvido em PHP por Diego Najar e data de lançamento em 14 de Setembro de 2015.

Depois de conhecer o Bludit e para que serve, podemos seguir os procedimentos de instalação e configuração do Bludit no GNU/Linux Debian 9/10.

Preparando o ambiente PHP para o Bludit

$ sudo apt install apache2 php php-gd php-curl php-imap php-ldap

Habilitar o módulo Rewrite
$ sudo a2enmod rewrite

Reiniciar o Apache para efeito do módulo Rewrite habilitado
$ sudo systemctl reload apache2

Dowload do Bludit
OBS: Até a data de publicação deste post, a versão atual é: 3.12.
Renomei para bluditblog, mas pode colocar o nome que desejar, Ok?
$ git clone https://github.com/bludit/bludit.git bluditblog
$ sudo cp -R bluditblog /var/www/html
$ sudo chown www-data:www-data -R /var/www/html/bluditblog

Adicionar o seu usuário no grupo www-data
$ sudo usermod -aG www-data $(whoami)

Configurando o Vhost para o Bludit

# vim /etc/apache2/sites-available/bluditblog.conf
Altere o arquivo para ficar como este, apenas altere o diretório de localização do seu site ou sistema.
< VirtualHost *:80>
ServerName app.local
DocumentRoot "/var/www/html/bluditblog"
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/bluditblog.error.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/bluditblog.access.log combined
< Directory "/var/www/html/bluditblog">
        DirectoryIndex index.php index.html index.htm
        AllowOverride All
        Order allow,deny
        Allow from all
< /Directory>
< /VirtualHost>
Habilitar o Vhost
$ sudo a2ensite bluditblog.conf

Reload do Apache
$ sudo systemctl reload apache2

Adicione no arquivo hosts o nome definido no ServerName do Vhost, em Linux o diretório é: /etc/hosts .
PS: Editar o arquivo hosts como administrador do sistema.
No meu caso, defini o ServerName do Vhost como bluditblog.local, altere para o nome que desejar e deve ter o mesmo nome no arquivo hosts, Ok?

127.0.0.1 bluditblog.local

Acesse no browser http://bluditblog.local ou o nome que definiu no Vhost.
No primeiro acesso, irá redirecionar para o cadastro para o painel administrativo, segue o setup conforme solicitado que leva menos de 1 minuto.


Feito!

domingo, 5 de abril de 2020

Instalando e Configurando o Bludit no ambiente Docker

O que é Bludit?

O Bludit é um CMS Flat-File existente que não utiliza banco de dados, mas são gerenciados por arquivos texto que pode ser usado para criação de sites e/ou blogs. Arquivos JSON são usados para armazenar o conteúdo. O plug-in Remote Content também pode ser usado para publicar conteúdo em uma plataforma como o GitHub.

O conteúdo pode ser formatado com a linguagem de marcação Markdown ou com código HTML ou um editor WYSIWYG . Vários modelos de design estão disponíveis para a aparência; os plugins permitem a expansão com funções adicionais. O Bludit é gratuito e de código aberto, está licenciado sob a licença MIT.

O Bludit foi desenvolvido em PHP por Diego Najar e data de lançamento em 14 de Setembro de 2015.

Depois de conhecer o Bludit e para que serve, podemos seguir os procedimentos de instalação e configuração do Bludit no ambiente Docker, que pode ser utilizado em GNU/Linux (qualquer distro) e Windows 10 Pro.

A premissa é ter Docker e Docker-Compose instalados, caso ainda não tenha, configurado Instalando Docker e Docker-Compose no Linux ou Instalando Docker e Docker-Compose no Windows 10

Estrutura do ambiente Docker para o Bludit
ambiente-bludit-docker
 docker-compose.yml
  php
   Dockerfile
   vhost.conf
  www
   bluditblog

OBS: Até a data de publicação deste post, a versão atual é: 3.12.

Download do Bludit

$ git clone https://github.com/bludit/bludit.git bluditblog

$ sudo chown www-data:www-data -R www/bluditblog

Adicione o arquivo docker-compose.yml no diretório bluditblog com o seguinte conteúdo.




Adicione o arquivo Dockerfile no diretório php com seguinte conteúdo.

Adicione o arquivo vhost.conf no diretório php com seguinte conteúdo.

Adicione no arquivo hosts o nome definido no ServerName do Vhost, em Linux o diretório é: /etc/hosts e em Windows é: C:\Windows\System32\drivers\etc\hosts.

PS: Editar o arquivo hosts como administrador do sistema.
No meu caso, defini o ServerName do Vhost como bluditblog.local, altere para o nome que desejar e deve ter o mesmo nome no arquivo hosts, Ok?

127.0.0.1 bluditblog.local

Build do ambiente Bludit no Docker

$ docker-compose up -d

Adicionar o seu usuário no grupo www-data

$ sudo usermod -aG www-data $(whoami)

Após o build do ambiente, acesse no browser http://bluditblog.local ou o nome que definiu no Vhost.
No primeiro acesso, irá redirecionar para o cadastro para o painel administrativo, segue o setup conforme solicitado que leva menos de 1 minuto.

Feito!

sábado, 4 de abril de 2020

Conhecendo o CodePen

O que é CodePen ?

O CodePen é uma comunidade online para testar e mostrar trechos de código HTML, CSS e JavaScript criados pelo usuário. Ele funciona como um editor de código online e um ambiente de aprendizado de código aberto, onde os desenvolvedores podem criar trechos de código, chamados "canetas", e testá-los.

O CodePen foi criado por Chris Coyier em 2012 e até a data de publicação deste post, tem 330.000 usuários cadastrados.

Acesse https://codepen.io/ que deverá estar como na Figura 1.


Figura 1. Acesso do CodePen

Após acessar a página do CodePen, basta clicar no botão Start Coding e o tal editor online vai aparecer. Os códigos vão nesse três blocos: HTML, CSS e JS e será exibido nesse outro espaço ao lado que simula um navegador.

A criação da conta no CodePen é opcional, fique a seu critério em criar uma conta se ainda não tiver e comece a utilizá-lo ao publicar dúvidas ou problemas que houver no seu código HTML, CSS ou JS no grupo Programadores Brasil do Telegram

Feito!

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Conhecendo e instalando o Discord

O que é Discord ?

O Discord é um aplicativo para chat por voz e texto no qual você pode reunir os seus amigos e conversar durante uma jogatina. Ele pode ser usado no PC ou no celular e é totalmente gratuito. Este serviço pode ser usado no navegador, em apps para o Mac e Windows ou nos aparelhos móveis com Android e iOS.

Download do Discord

Acesse https://discordapp.com/download e faça o download de acordo com o seu Sistema Operacional (Windows, Linux, macOS) e no app mobile (Android, iOS).

No Linux (Debian/Ubuntu)

$ sudo dpkg -i discord-0.0.10.deb

No Windows 10

Acesse https://discordapp.com/api/download?platform=win e segue os procedimentos Next, Next e Finish de instalação padrão Windows.

No mobile Android ou iOS

Acesse Play Store para Android ou iTunes para iOS, pesquise por Discord e marque para instalar no seu smartphone.

Feito!

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Configurando roteador Intelbras WRN240

O objetivo deste howto é explicar os procedimentos para configurar o roteador Intelbras WRN240.



No browser (Chrome, Firefox, Edge) acesse http://10.0.0.1

user/password: admin/admin

Depois de acessado, clique em Status e modo de operação

Em modo de operação, selecione a opção Cliente AP Roteador

Após Salvar, irá reiniciar o roteador Wireless

Assim que for reiniciado e voltar a ter acesso no roteador, clique no menu Rede, em seguida em Wireless

Com as informações de configurações Wireless aberta clique sobre o botão Localizar, em seguida ira aparecer as redes que seu roteador pode encontrar, neste caso conectei o roteador a uma antena de grade, por este motivo ira aparecer mais redes. Selecione a rede que deseja se conectar, selecione qual é a linha de sua rede e clique em conectar.

Quando se conectar a uma rede, automaticamente você volta para a página de configuração Wireless, no campo SSID coloque o nome de sua rede, esse nome é o que vai aparecer no equipamento que estiver procurando redes, como celular, notebook, tablete e outros. Clique em Salvar para fixar as configurações e não clique em reiniciar, tem mais algumas configurações a serem feitas.

Ainda em Wireless, clique no menu Segurança

Escolhe o tipo de segurança, segue:

Versão: selecione WPA2-PSK

Criptografia: selecione AES

Senha PSK: digite uma senha segura

Clique em Salvar

Irá exibir um aviso que irá reiniciar, confirma e pronto.

Feito!

sexta-feira, 20 de março de 2020

Instalando o cliente VPN NetExtender no Windows e Linux

Devido a pandemia do Coronavírus, as empresas liberaram o trabalho Home Office, então para isso, precisa conectar na VPN, então, antes de seguir os procedimentos, verifique qual tipo de VPN é utilizado no firewall da sua empresa, ok?

Nesse post, é explicado os procedimentos de instalação e utilização do cliente VPN NetExtender do Firewall UTM SonicWall, nos sistemas operacionais: Windows 10 e Linux (Debian, Ubuntu).

Segue os procedimentos:
  1. Acesse https://www.mysonicwall.com/muir/freedownloads
    Também disponível em: client-VPN-netExtender
  2. Procure por NetExtender
  3. Selecione NetExtender Linux TGZ 64-Bit ou caso, esteja no Windows, selecione NetExtender.8.6.260.MSI, e clique em Download. Veja na Figura 1

Figura. 1 Página do instalador cliente NetExtender para Windows e Linux


A instalação do NetExtender no Windows 10, é só executar e seguir Next, aceitar o adaptador de rede e Finish

Instalação no Linux (Debian, Ubuntu)

$ tar -xzvf NetExtender.Linux.8.6.801.x86_64.tgz
$ cd netExtenderClient/

NOTA: O script instalador do NetExtender foi implementado em ShellScript e utiliza o ifconfig e route, então nas distros atuais, foi removido, por ser considado obsoleto e ter o substituto ip addr.

Para simplificar, instale o pacote net-tools que inclui o ifconfig, route e demais pacotes de redes obsoletos.

NOTA 2: Antes de executar, verifique se tem o JRE instalado, caso ainda não tenha o JRE instalado, então segue os procedimentos abaixo antes, ok?

$ sudo apt-get update

$ sudo apt-get install default-jre


Por fim, execute o instalador do cliente VPN NetExtender

$ sudo ./install

Aceite o adaptador de rede (pppd) no questionamento da execução do script, "Set pppd to run as root [y/N]?" y

Pesquise nos aplicativos por NetExtender para abrir uma tela semelhante ao screenshot da Figura 2 e preencher os dados que pede:


Figura 2 Configuração de conexão com o servidor VPN


Server: vpn.empresa.com.br

Username: seu usuário (geralmente é o mesmo que utiliza na autenticação do domínio Active Directory)

Password:

Domain: nome de domínio utilizado na empresa

Clicar no botão Connect

Feito!

domingo, 15 de março de 2020

Conhecendo o WeTransfer

O que é WeTransfer?

É um serviço online de transferência de arquivos de até 2GB na versão gratuita.

Como utilizar o WeTranfer?

Para utiliza-lo, não é necessário criar nenhuma conta, basta fornecer um endereço de e-mail, o arquivo que será enviado e o e-mail de quem irá recebê-lo.

Acesse o WeTransfer

Digita o e-mail que será enviado
Digita o seu e-mail
Digita uma mensagem
Anexe o arquivo de tamanho até 2GB no plano gratuito.

WeTransfer Plus

Na versão Premium do WeTransfer Plus, permite enviar arquivos de tamanho até 20GB. Além disspo, permite proteger os arquivos transferidos por uma chave secreta.

Feito!

quarta-feira, 11 de março de 2020

Instalando e Configurando ambiente Grav no Debian

O que é Grav ?

Grav é um dos CMS Flat-File existente que não utiliza banco de dados, mas são gerenciados por arquivos texto. Sendo assim, torna mais veloz o acesso em comparação com CMS conhecido como Wordpress.

O Grav foi desenvolvido em PHP com framework Symfony pelos desenvolvedores: Andy Miller, Djamil Legato, Matias Gries, com data inicial de lançamento em 30/07/2014. O Grav foi projetado para ter uma curva de aprendizado superficial e fácil de configurar. O foco do Grav é a velocidade e a simplicidade, em vez de uma abundância de recursos internos que custam complexidade.

Depois de conhecer o Grav e para que serve, podemos seguir os procedimentos de instalação e configuração do Grav no GNU/Linux Debian 9/10.

Preparando o ambiente PHP para o Grav

$ sudo apt update
$ sudo apt install apache2 php php-gd php-curl php-imap php-ldap


Habilitar o módulo Rewrite

$ sudo a2enmod rewrite

Reiniciar o Apache para efeito do módulo Rewrite habilitado

$ sudo systemctl reload apache2

Dowload do Grav+Admin

OBS: Até a data de publicação deste post, a versão atual é: grav-admin-v1.6.22.zip. Grav+Admin

Extrair no diretório /var/www/html

$ sudo unzip grav-admin-v1.6.22.zip -d /var/www/html

Renomear o diretório extraído

$ cd /var/www/html

Renomei para gravblog, mas pode colocar o nome que desejar, Ok?

$ sudo mv grav-admin gravblog

Adicionar o seu usuário no grupo www-data

$ sudo usermod -aG www-data $(whoami)

Configurando o Vhost para o Grav

# vim /etc/apache2/sites-available/gravblog.conf

Altere o arquivo para ficar como este, apenas altere o diretório de localização do seu site ou sistema.
< VirtualHost *:80 >
ServerName app.local
DocumentRoot "/var/www/html/gravblog"
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/gravblog.error.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/gravblog.access.log combined
< Directory "/var/www/html/gravblog" >
        DirectoryIndex index.php index.html index.htm
        AllowOverride All
        Order allow,deny
        Allow from all
< /Directory >
< /VirtualHost >
Habilitar o Vhost

$ sudo a2ensite gravblog.conf

Reload do Apache

$ sudo systemctl reload apache2

Adicione no arquivo hosts o nome definido no ServerName do Vhost, em Linux o diretório é: /etc/hosts e em Windows é: C:\Windows\System32\drivers\etc\hosts.

PS: Editar o arquivo hosts como administrador do sistema.
No meu caso, defini o ServerName do Vhost como gravblog.local, altere para o nome que desejar e deve ter o mesmo nome no arquivo hosts, Ok?

127.0.0.1 gravblog.local

Acesse no browser http://gravblog.local ou o nome que definiu no Vhost.

No primeiro acesso, irá redirecionar para o cadastro para o painel administrativo, segue o setup conforme solicitado que leva menos de 1 minuto.

Feito!

terça-feira, 10 de março de 2020

Instalando e Configurando o Grav no ambiente Docker

O que é Grav ?

Grav é um dos CMS Flat-File existente que não utiliza banco de dados, mas são gerenciados por arquivos texto. Sendo assim, torna mais veloz o acesso em comparação com CMS conhecido como Wordpress.

O Grav foi desenvolvido em PHP com framework Symfony pelos desenvolvedores: Andy Miller, Djamil Legato, Matias Gries, com data inicial de lançamento em 30/07/2014. O Grav foi projetado para ter uma curva de aprendizado superficial e fácil de configurar. O foco do Grav é a velocidade e a simplicidade, em vez de uma abundância de recursos internos que custam complexidade.

Depois de conhecer o Grav e para que serve, podemos seguir os procedimentos de instalação e configuração do Grav no ambiente Docker, que pode ser utilizado em GNU/Linux (qualquer distro) e Windows 10 Pro.

A premissa é ter Docker e Docker-Compose instalados, caso ainda não tenha, configura Instalando Docker e Docker-Compose no Linux ou Instalando Docker e Docker-Compose no Windows 10

Estrutura do ambiente Docker para o Grav

ambiente-grav-docker
  docker-compose.yml
  php
    Dockerfile
    vhost.conf
  www
    gravblog
Dowload do Grav+Admin

OBS: Até a data de publicação deste post, a versão atual é: grav-admin-v1.6.22.zip.

Grav+Admin

Extrair no diretório /var/www/html

$ cd $HOME/ambiente=grav-docker
$ unzip grav-admin-v1.6.22.zip -d www
$ sudo chown www-data:www-data -R www/gravblog

Adicione o arquivo docker-compose.yml no diretório gravblog com o seguinte conteúdo.



Adicione o arquivo Dockerfile no diretório php com seguinte conteúdo.



Adicione o arquivo vhost.conf no diretório php com seguinte conteúdo.



Adicione no arquivo hosts o nome definido no ServerName do Vhost, em Linux o diretório é: /etc/hosts e em Windows é: C:\Windows\System32\drivers\etc\hosts.

PS: Editar o arquivo hosts como administrador do sistema.

No meu caso, defini o ServerName do Vhost como gravblog.local, altere para o nome que desejar e deve ter o mesmo nome no arquivo hosts, Ok?

127.0.0.1 gravblog.local
Build do ambiente Grav no Docker

$ docker-compose up -d

Adicionar o seu usuário no grupo www-data

$ sudo usermod -aG www-data $(whoami)

Após o build do ambiente, acesse no browser http://gravblog.local ou o nome que definiu no Vhost.
No primeiro acesso, irá redirecionar para o cadastro para o painel administrativo, segue o setup conforme solicitado que leva menos de 1 minuto.

Feito!

sábado, 7 de março de 2020

Exportando e Importando rotinas do crontab

Primeiro se ainda não sabe como agendar tarefas no Linux por meio do crontab, então verifique em: Agendando Tarefas no Linux .

Caso, esteja procurando saber como fazer a exportação e importação do cron, está no lugar certo, o qual é o objetivo desse post.

Exportar cron:
# crontab -l > /tmp/crontab.backup

Importar cron:
# crontab /tmp/crontab.backup

Feito!

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Otimizando as tabelas do banco de dados com SGBD MySQL e reduzindo o tamanho do arquivo

O objetivo desse howto é de apresentar as etapas para otimizar uma tabela do banco de dados com SGBD MySQL e reduzir o tamanho físico do arquivo. Isso pode ser útil, caso tenha excluído muitos registros de uma tabela, mas o tamanho real do arquivo no disco dessa tabela no disco não é alterado.

Siga os procedimentos utilizando a console do MySQL

$ mysql -u root -p < database >

Agora execute para otimizar a tabela e reduzir o tamanho do arquivo

OPTIMIZE TABLE < tablename >;
exit

Referências

https://dev.mysql.com/doc/refman/8.0/en/optimize-table.html

Feito!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Conhecendo o Trello

O que é Trello?


Trello é um gerenciador de tarefas que permite organizar as atividades, de forma compartilhada com membros da equipe.

É um sistema de quadro virtual para gerenciamento de tarefas diárias, de forma dinâmica e visualmente agradável. Bastante utilizado na metodologia ágil Scrum para organizar as demandas do projeto.

Exemplo: Criação de diversos quadros (Projeto A, B ou C) e colunas divididos por status da tarefa (A Fazer / Em Andamento / Revisão / Concluído). Dentro de cada coluna é possível adicionanr um ou mais cards com a descrição das tarefas a serem realizadas.

Se ainda não tem conta no Trello e queira experimentar, basta acessar o site oficial, criar sua conta e começar a usufruir dos benefícios do Trello.

Feito!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Conhecendo o Evernote

O que é Evernote?



É basicamente um bloco de notas para anotações online, ou seja, pode ser acessado de qualquer lugar, independente do sistema operacional e aplicativo mobile Android e iPhone (iOS).

Existem três tipos de planos do Evernote, Free, Premium e Business. A diferença entre os planos está no limite mensal de 10GB de uploads (contra 60 MB da versão Free), tamanho máximo de 100 MB por nota, remoção de publicidade do programa, modo offline, suporte prioritário e, pesquisa em PDFs. Além disso, ainda há alguns aplicativos da própria criadora do Evernote, como o Penultimate e Skitch.

Caso você esteja pesquisando por uma ferramenta para se organizar melhor no dia a dia, o Evernote é uma excelente opção. Algumas funcionalidades disponíveis são: Permite salvar páginas e artigos da Internet, criar lembretes, fazer anotações em forma de fotos, e gravação de áudio, utilizá-lo para redigir artigos acadêmicos que necessitem de muita pesquisa de referências. O Evernote fez parceira com o LinkeIn para sincronizar cartões de visita de contatos profissionais.

Se ainda não tem conta do Evernote e queira experimentar, basta acessar o site oficial, criar sua conta e começar a usufruir dos benefícios do Evernote.

Feito!

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Criando formulários com Google Forms

O que é Google Forms?

Google Forms é um serviço gratuito para criar formulários online. O usuário pode produzir pesquisas de múltipla escolha, fazer questões discursivas, solicitar avaliações em escala numérica, entre outras opções. É ideal para quem precisa solicitar feedback sobre algo, organizar inscrições para eventos, convites ou pedir avaliações.

O presente howto tem como objetivo explicar os procedimentos para criar questionários e acompanhar as respostas. Ressaltando que o funcionamento do serviço é 100% online, ou seja, a ferramenta é compatível com qualquer navegador e sistema operacional. Os dados ficam salvos na sua conta do Google.

Passo 1: Acesse o site do Google Forms e mova o mouse até o botão "+", no canto inferior direito da tela. Em seguida, clique sobre o botão que aparece logo acima;

Passo 2. Você pode escolher um modelo da galeria ou selecionar Em branco para criar um novo formulário;

Passo 3. Comece dando um nome para o formulário, título e descrição. Estes últimos poderão ser vistos por outras pessoas;

Passo 4. A primeira pergunta é adicionada automaticamente. Por padrão, ela é do tipo múltipla escolha. Você pode alterar clicando sobre ela e escolhendo a opção desejada;

Passo 5. Agora, digite a sua pergunta e adicione as opções de respostas. Você pode marcar a opção obrigatória para impedir que o formulário seja enviado sem a resposta para a pergunta atual;

Passo 6. Na barra de botões à direita, você pode clicar em "+" para adicionar uma nova pergunta, inserir textos, imagens, vídeos do YouTube ou seções (páginas);

Passo 7. Depois de adicionar as perguntas e seções desejadas, volte ao início da página. Por lá, no canto superior direito, você pode aplicar um tema ao formulário, visualizá-lo ou acessar as opções. Após fazer os ajustes, selecione "Enviar";

Passo 8. O formulário pode ser enviado por e-mail, ter o link copiado ou embutido em páginas da web. Para isso, use as abas na parte superior da tela.

Como acompanhar as respostas do questionário ?

Passo 1. Volte ao Google Forms e abra o formulário que você criou;

Passo 2. Agora, acesse a aba Respostas. Por lá, você pode ver as respostas resumidas ou individual para cada pergunta. Caso deseje vê-las em conjunto, assinale o ícone verde do Google Sheets para gerar uma planilha de resultados. Já para desativar o formulário, desligue a opção Aceitando respostas.

Pronto! Aproveite as dicas para criar formulários online com a ajuda do Google Forms.

Feito!

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Conhecendo o Chocolatey

O que é Chocolatey?

É um gerenciador de pacotes para Windows que foi projetado para ser uma estrutura descentralizada para instalar pacotes mais rapidamente. É semelhante ao que já existe no Linux, especificamente nas distros Debian, Ubuntu, CentOS, Fedora, ArchLinux, Manjaro, openSUSE, que utiliza os gerenciadores de pacotes APT, YUM, Pacman, Zypper, respectivamente. O Chocolatey é desenvolvido sobre a infraestrutura do NuGet, que atualmente usa o PowerShell por debaixo dos panos. Acesse para mais detalhes sobre como funciona o Chocolatey

A origem do nome da ferramenta surgiu de uma piada, porque todos gostam nougat chocolate (nuget), assim pegou a moda.

É uma ferramenta nova?

Para dizer a verdade, não. Já faz algum tempo que o Chocolatey está na ativa, se eu não me engano desde 2011, mas seu uso ainda é desconhecido pela maioria das pessoas que usam Windows.

Instalação do Chocolatey

Os pré-requisitos para a instalação do Chocolatey são:
  • Windows 7/10/Windows Server 2003 (ou superior)
  • PowerShellv2+ (já vem instalado no Windows 7 e 10)
  • .NET Framework 4+ (o próprio instalador do Chocolatey tentará instalá-lo, caso não esteja instalado).
Abrir o CMD em modo administrador e execute o comando abaixo:

@"%SystemRoot%\System32\WindowsPowerShell\v1.0\powershell.exe" -NoProfile -InputFormat None -ExecutionPolicy Bypass -Command "[System.Net.ServicePointManager]::SecurityProtocol = 3072; iex ((New-Object System.Net.WebClient).DownloadString('https://chocolatey.org/install.ps1'))" && SET "PATH=%PATH%;%ALLUSERSPROFILE%\chocolatey\bin"

OU no PowerShell em modo administrador

Set-ExecutionPolicy Bypass -Scope Process -Force; [System.Net.ServicePointManager]::SecurityProtocol = [System.Net.ServicePointManager]::SecurityProtocol -bor 3072; iex ((New-Object System.Net.WebClient).DownloadString('https://chocolatey.org/install.ps1'))

Utilização do Chocolatey

Com modo administrador no CMD ou PowerShell, vamos consultar o pacote Keepass e instalar em seguida

C:\>choco search keepass

Irá retornar o pacote pesquisado se tiver no repositório

C:\>choco install -y keepass

Segue a lista de comandos que podem ser utilizados com o choco

C:\>choco -?

This is a listing of all of the different things you can pass to choco.

Commands

* list - lists remote or local packages
* search - searches remote or local packages (alias for list)
* info - retrieves package information. Shorthand for choco search pkgname --exact --verbose
* install - installs packages from various sources
* pin - suppress upgrades for a package
* outdated - retrieves packages that are outdated. Similar to upgrade all --noop
* upgrade - upgrades packages from various sources
* uninstall - uninstalls a package
* pack - packages up a nuspec to a compiled nupkg
* push - pushes a compiled nupkg
* new - generates files necessary for a chocolatey package from a template
* sources - view and configure default sources (alias for source)
* source - view and configure default sources
* config - Retrieve and configure config file settings
* feature - view and configure choco features
* features - view and configure choco features (alias for feature)
* apikey - retrieves or saves an apikey for a particular source
* setapikey - retrieves or saves an apikey for a particular source (alias for apikey)
* unpackself - have chocolatey set it self up
* version - [DEPRECATED] will be removed in v1 - use `choco outdated` or `cup -whatif` instead
* update - [DEPRECATED] RESERVED for future use (you are looking for upgrade, these are not the droids you are looking for)

Para quem já usa Linux (Debian, Ubuntu, Fedora, ArchLinux, Manjaro, openSUSE), pode notar que os comandos do Chocolatey são bem semelhantes os utilizados pelo gerenciador de pacotes das distros mencionadas.

Mas quem usa apenas Windows, pode não curtir ter que usar o CMD ou PowerShell para instalar pacotes. Não tem problema, para isso, existe o Chocolatey em modo gráfico. A instalação do ChocolateyGUI é feita pelo CMD ou PowerShell, mas outros pacotes podem ser instalados em modo gráfico, posteriromente.

C:\>choco install -y ChocolateyGUI

Depois só abrir, pesquisar o pacote desejado e instalar com click de mouse, como Janeleiro tem costume de fazer.

Gerenciador de configuração

Se já conhece as ferramentas de gerenciamento de configuração ou automação como Puppet, Chef ou Ansible, deve estar pensando em integrar com Chocolatey no Windows. Já pensaram nisso. Verifique nessa página para encontrar documentação para integração do Chocolatey com diversas ferramentas de gerenciamento de configuração e automação para Windows.

Só para esclarecer para quem ainda não utilizou ferramentas de gerencimento de configuração, elas permitem automatizar o provisionamento de uma máquina, por exemplo, instalação de pacotes ou softwares necessários, configurações, inicialização de serviços e etc.

Referências

https://chocolatey.org/docs/installation

Feito!