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sexta-feira, 15 de março de 2024

Escolhendo a distribuição Linux ideal para você

Se você é um usuário do Windows interessado em aprender sobre o Linux, está prestes a embarcar em uma jornada emocionante e repleta de oportunidades de aprendizado. Linux é o nome do kernel, que é o núcleo do sistema operacional. Um sistema operacional completo é composto por várias partes, incluindo o kernel (Linux), utilitários do sistema, bibliotecas e aplicativos. Quando as pessoas se referem ao "Linux" como um sistema operacional, geralmente estão se referindo a uma distribuição Linux, que é uma versão específica do sistema operacional Linux combinada com diferentes utilitários, bibliotecas e programas para formar um sistema operacional completo.

Portanto, é mais preciso dizer que o Linux é o kernel, e as distribuições Linux (como Ubuntu, Fedora, Debian, entre outras) combinam o kernel Linux com outros componentes para formar um sistema operacional completo.

  1. Entenda Suas Necessidades:
  2. Antes de escolher uma distribuição Linux, é essencial entender suas necessidades e objetivos. Considere o seguinte:

    Você é novo no Linux ou já possui alguma experiência?

    Você deseja uma distribuição amigável para iniciantes ou está disposto a enfrentar um desafio maior?

    Qual será o principal uso do Linux: desenvolvimento de software, navegação na web, jogos, etc.?

  3. Escolha uma Distribuição Amigável para Iniciantes:
  4. Se você está apenas começando com o Linux e procura uma transição suave do Windows, considere distribuições conhecidas por sua facilidade de uso, como:

    Ubuntu: Uma das distribuições Linux mais populares, conhecida por sua interface amigável e vasta comunidade de suporte.

    Linux Mint: Baseado no Ubuntu, o Linux Mint oferece uma experiência de usuário familiar e vem pré-instalado com muitos aplicativos úteis.

  5. Explore as Opções Intermediárias:
  6. Se você está disposto a se aventurar um pouco mais e deseja uma distribuição que ofereça mais personalização e controle, considere:

    Fedora: Uma distribuição estável e atualizada regularmente, ideal para desenvolvedores e entusiastas do Linux.

    openSUSE: Conhecida por sua robustez e ferramentas de administração avançadas, é uma excelente escolha para usuários intermediários.

    Debian: Conhecida pela sua estabilidade e compromisso com o software livre, o Debian é uma escolha sólida para servidores e sistemas embarcados.

    Arch Linux: Famosa por seu design minimalista e abordagem "faça você mesmo" (do inglês, "do it yourself - DIY"), o Arch Linux é preferido por usuários avançados que desejam maior controle sobre seu sistema.

    Slackware: é uma distribuição Linux venerável, conhecida por sua simplicidade e estabilidade. É uma das distribuições mais antigas ainda em desenvolvimento ativo, mantendo uma abordagem "antiga escola" em relação à administração do sistema, sem muita automação ou ferramentas de configuração automatizadas. O Slackware é preferido por usuários avançados que valorizam o controle direto sobre seu sistema e desejam entender completamente como tudo funciona sob o capô. Sua filosofia de "faça você mesmo" pode ser um desafio para iniciantes, mas para aqueles dispostos a investir tempo em aprender, o Slackware oferece uma experiência de usuário única e altamente personalizável.

    Gentoo: é outra distribuição Linux conhecida por sua abordagem altamente personalizável e orientada para usuários avançados. Ao contrário de muitas outras distribuições que fornecem pacotes binários pré-compilados, o Gentoo adota um modelo de compilação de código-fonte, onde os usuários configuram e compilam cada pacote de software para seus sistemas específicos. Isso permite um controle preciso sobre as otimizações de desempenho e os recursos incluídos em cada programa. Embora o processo de instalação e configuração do Gentoo possa ser mais complexo e demorado do que outras distribuições, é uma escolha popular para usuários que desejam um sistema altamente personalizado e adaptado às suas necessidades específicas. O Gentoo é especialmente adequado para entusiastas de Linux que valorizam o aprendizado e a experiência prática com o sistema operacional.

  7. Experimente distribuições especializadas:
  8. Dependendo de suas necessidades específicas, você também pode considerar distribuições especializadas, como:

    Kali Linux: Projetado para testes de penetração e segurança cibernética.

    Ubuntu Studio: Orientado para artistas e profissionais de multimídia, vem pré-instalado com software de criação de conteúdo.

  9. Teste antes de comprometer-se:
  10. Antes de instalar qualquer distribuição Linux, é uma boa ideia experimentá-la em um ambiente de teste. Muitas distribuições oferecem versões "Live", que permitem iniciar o sistema a partir de um pendrive ou DVD sem alterar o sistema existente. Isso permite que você experimente a distribuição e verifique se atende às suas necessidades antes de fazer a instalação.

Considerações finais:

Escolher a distribuição Linux certa é uma parte importante de sua jornada de aprendizado. Seja qual for a distribuição que você escolher, lembre-se de que o Linux oferece uma comunidade vibrante e uma riqueza de recursos de aprendizado disponíveis online. Não tenha medo de experimentar e explorar as diferentes distribuições até encontrar aquela que melhor se adapta a você. Boa sorte em sua jornada no mundo do Linux.

Entre no grupo Linux no Telegram.

Feito!

domingo, 13 de setembro de 2020

Conhecendo o Remmina

O que é Remmina?

Remmina é um cliente de ambiente de trabalho remoto para sistemas operacionais baseados em POSIX. Ele possui suporte aos protocolos Remote Desktop Protocol, VNC, NX, XDMCP, SPICE e SSH.

É utilizado para acessar máquinas Windows a partir do Linux de forma remota.

O Remmina é software livre sob licença GNU GPL, escrito em C e GTK+.

Características do Remmina

  • Permite manter uma lista de perfis de conexão, organizados por grupos;
  • Permite fazer conexões colocando diretamente o endereço do servidor;
  • Os desktops remotos com resoluções mais elevadas são roláveis/escaláveis na janela e no modo de tela cheia;
  • Modo de tela cheia View-port: a área de trabalho remota ajusta automaticamente quando o mouse se move sobre a borda da tela;
  • Barra de ferramentas flutuante no modo de tela cheia, permite alternar entre os modos, ativar o teclado, minimizar, etc;
  • Interface com guias, opcionalmente gerenciada por grupos;
  • Ícone da bandeja, permite acessar rapidamente perfis de conexão configurados.

Instalação do Remmina no Ubuntu/Mint via APT

Adicionar o repositório do Remmina

$ sudo add-apt-repository ppa:remmina-ppa-team/remmina-next

Atualizar o gerenciador de pacotes

$ sudo apt update

Instalar o pacote e os plugins do Remmina

$ sudo apt install remmina remmina-plugin-rdp remmina-plugin-secret

Instalação do Remmina no Fedora

Adicionar o repositório do Remmina

$ dnf copr enable hubbitus/remmina-next

Instalação do pacote Remmina

$ dnf upgrade --refresh 'remmina*' 'freerdp*'

Raspberry Pi

$ sudo apt install dirmngr
$ sudo apt-key adv --fetch-keys https://www.remmina.org/raspbian/remmina_raspbian.asc
$ sudo bash -c 'echo "deb https://www.remmina.org/raspbian/ buster main" > /etc/apt/sources.list.d/$ remmina_raspbian.list'
$ sudo apt update
$ sudo apt install remmina
$ sudo apt install gnome-keyring

Referências

https://remmina.org/how-to-install-remmina/

Feito!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Instalando Spotify no Linux

O que é Spotify ?


Spotify é um serviço de streaming de música, podcast e vídeo que foi lançado oficialmente em 7 de outubro de 2008. É o serviço de streaming mais popular e usado do mundo. Foi desenvolvido pela startup Spotify AB em Estocolmo, Suécia.

O objetivo deste post é apresentar os procedimentos de instalação do Spotify nas principais distribuições Linux.

Debian/Ubuntu

$ curl -sS https://download.spotify.com/debian/pubkey.gpg | sudo apt-key add -

> $ echo "deb http://repository.spotify.com stable non-free" | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/spotify.list

$ sudo apt-get update && sudo apt-get install spotify-client

Fedora

$ sudo dnf install https://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm

$ sudo dnf install lpf-spotify-client

$ lpf update

openSUSE

$ sudo zypper addrepo --refresh https://download.opensuse.org/repositories/system:/snappy/openSUSE_Leap_15.0 snappy

$ sudo zypper dup --from snappy

$ sudo zypper install snapd

$ sudo systemctl enable snapd
sudo systemctl start snapd

$ sudo systemctl enable snapd.apparmor
$ sudo systemctl start snapd.apparmor

$ sudo snap install spotify

Arch/Manjaro

$ pamac build spotify

Feito!

domingo, 27 de outubro de 2019

Instalando e Configurando ambiente PHP no Fedora

Na postagem Integração do Oracle Client no PHP com Debian/Ubuntu , foi explicado os procedimentos no Debian/Ubuntu. Então, o objeto deste howto é explicar os procedimentos de instalação e configuração do ambiente PHP com as extensões dos SGBDs MySQL, PostgreSQL, OCI8 e módulos PHP usuais na distribuição Fedora 30. A maioria dos procedimentos são os mesmos, mas no Fedora tem algumas particularidades.

Observação: O Fedora 30 já inclui no repositório o PHP 7.3.

1. Instalação dos pacotes Apache, PHP e extensões ao SGBD MySQL, PostgreSQL e posteriormente do OCI8

# dnf install -y httpd php php-cli php-fpm php-mysqlnd php-zip php-devel php-gd php-mcrypt php-mbstring php-curl php-xml php-pear php-bcmath php-json php-curl php-soap php-pgsql

2. Download do pacote Oracle Client
Pacotes oracle-instantclient19.3-basiclite-19.3.0.0.0-1.x86_64.rpm, oracle-instantclient19.3-sqlplus-19.3.0.0.0-1.x86_64.rpm , oracle-instantclient19.3-devel-19.3.0.0.0-1.x86_64.rpm

PS: Até a data de publicação deste howto a versão corrente do Oracle Cient é 19.3, então no geral basta substituir a versão que for a mais recente.

3. Instalação dos pacotes do download
# dnf install oracle-instantclient19.3-basic-19.3.0.0.0-1.x86_64.rpm
# dnf install oracle-instantclient19.3-devel-19.3.0.0.0-1.x86_64.rpm
# dnf install oracle-instantclient19.3-sqlplus-19.3.0.0.0-1.x86_64.rpm


4. Criar o arquivo oracle.conf no diretório /etc/ld.so.conf.d/ e dentro do arquivo adicionar
/usr/lib/oracle/19.3/client64/lib
$ sudo vim /etc/ld.so.conf.d/oracle.conf

5. Atualizar as bibliotecas compartilhadas do sistema $ sudo ldconfig

6. Exportar a variável ORACLE_HOME

$ export ORACLE_HOME=/usr/lib/oracle/19.3/client64/

7. Download do código fonte do oci8 e extrair os arquivos e fazer a compilação.

# pecl download OCI8
# tar zxvf oci8-2.2.0.tgz
# cd oci8-2.2.0/
# phpize
# ./configure --with-oci8=instantclient,/usr/lib/oracle/19.3/client64/lib
# make install


8. Habilitar o oci8.ini no diretório de módulos do PHP
# vim /etc/php.d/oci8.ini
extension=oci8.so
extension=pdo_oci.so
9. Habilitar o PHP no Apache
Adicione o .php no arquivo /etc/httpd/conf/httpd.conf
< IfModule mime_module >
   AddType text/html .php .phps
< /IfModule >
10. Habilitar, iniciar e verificar o status do Apache
# systemctl enable httpd
# systemctl start httpd
# systemctl status httpd


11. Testar com a função phpinfo() no info.php se a extensão Oracle foi habilitada
$ sudo vim /var/www/html/info.php
< ?php
phpinfo();


Confere os screenshots abaixo:





Se exibir como no screenshot, então a extensão Oracle no PHP foi habilitada corretamente.

12. Testar conexão com banco de dados Oracle no PHP
Agora para confirmar, teste a conexão com Oracle no script PHP testeconectaoracle.php
< ?php
try{
$conn = new PDO('oci:dbname=//127.0.0.1:1521/testedb; 'oracleuser','password');
if($conn) {
echo "database conectado";
}
}catch (PDOException $e){
// report error message
echo $e->getMessage();
}


No browser http://localhost/testeconectaoracle.php
Com isso, irá aparecer a mensagem "database conectado" , se as credencias do usuário, password e banco estiverem corretas.

Feito!

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Instalando o FortiClient VPN no Ubuntu e Fedora

O presente post é de apresentar os procedimentos de instalação do FortiClient VPN nas distros Ubuntu e Fedora e por fim como estabelecer conexão ao servidor VPN.

Instalação do FortiClient no Linux

Ubuntu 18.04.1
Adicionar a chave GPG
wget -O - https://repo.fortinet.com/repo/ubuntu/DEB-GPG-KEY | sudo apt-key add -
Adicionar no /etc/apt/sources.list
deb [arch=amd64] https://repo.fortinet.com/repo/ubuntu/ bionic multiverse
Atualização do repositório
sudo apt-get update
Instalação do Forticlient via APT
sudo apt install forticlient

Fedora
Adicionar no repositório
sudo dnf config-manager --add-repo https://repo.fortinet.com/repo/centos/7/os/x86_64/fortinet.repo
Instalação do Forticlient via YUM
sudo yum install forticlient

Conectar no servidor VPN com o cliente VPN FortiClient

Apenas adapte o host e usuário cadastrado no servidor VPN
forticlientsslvpn_cli --server servidor.vpn.com --vpnuser seu.usuario

Referências:

https://www.forticlient.com/repoinfo

Feito!

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Instalando o VSCode no Linux

O que é VSCode?

O Visual Studio Code é um editor de código-fonte desenvolvido pela Microsoft para Windows, Linux e macOS. Ele inclui suporte para depuração, controle Git incorporado, realce de sintaxe, complementação inteligente de código, snippets e refatoração de código.

Instalação do VSCode
Primeiro faça o download conforme a distro e arquitetura 32 bits ou 64 bits no https://code.visualstudio.com/download

OBS:

Até a presente data de publicação desta postagem, a versão do VSCode é 1.33.1, então verifique o arquivo .deb ou .rpm no download na instalação que segue substituindo pela versão atual.

Debian e Ubuntu:
$ sudo dpkg -i code_1.33.1-1554971066_amd64.deb

CentOS e Fedora:
$ sudo rpm -i code-1.33.1-1554971173.el7.x86_64.rpm

Após instalar o VSCode, o atalho para abrir pelo terminal é: code.

Feito!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Instalando o Sublime Text no Linux

O que é Sublime Text?

O Sublime Text é um editor de código fonte proprietário de multiplataforma, isto é, Windows, GNU/Linux, MacOS, desenvolvido em Python. Ele suporta nativamente muitas linguagens de programação, de marcação, e funções podem ser adicionadas por usuários com plug-ins, geralmente construídos pela comunidade e mantidos sob licenças de software livre.

O Sublime Text é o editor preferido dos desenvolvedores web, concorre com os editores, como o VSCode e Atom.

Chega de papo e vamos instalar o editor Sublime Text na distro conforme segue abaixo.

Instalação do Sublime Text
Slackware
$ wget -c https://packages.slackonly.com/pub/packages/14.2-x86/development/sublime_text/sublime_text-3.1.26-i586-1_slonly.txz
# upgradepkg --install-new sublime_text-3.1.26-i586-1_slonly.txz


Debian e Ubuntu
$ wget -qO - https://download.sublimetext.com/sublimehq-pub.gpg | sudo apt-key add -
$ echo "deb https://download.sublimetext.com/ apt/stable/" | sudo tee /etc/apt/sources.list.d/sublime-text.list
$ sudo apt-get update
$ sudo apt install sublime-text


CentOS e Fedora
YUM
$ sudo rpm -v --import https://download.sublimetext.com/sublimehq-rpm-pub.gpg
$ sudo yum install sublime-text

DNF
$ sudo rpm -v --import https://download.sublimetext.com/sublimehq-rpm-pub.gpg
$ sudo dnf config-manager --add-repo https://download.sublimetext.com/rpm/stable/x86_64/sublime-text.repo


Arch e Manjaro
$ curl -O https://download.sublimetext.com/sublimehq-pub.gpg && sudo pacman-key --add sublimehq-pub.gpg && sudo pacman-key --lsign-key 8A8F901A && rm sublimehq-pub.gpg
$ echo -e "\n[sublime-text]\nServer = https://download.sublimetext.com/arch/stable/x86_64" | sudo tee -a /etc/pacman.conf
$ sudo pacman -Syu sublime-text


openSUSE
$ sudo rpm -v --import https://download.sublimetext.com/sublimehq-rpm-pub.gpg
$ sudo zypper addrepo -g -f https://download.sublimetext.com/rpm/stable/x86_64/sublime-text.repo
$ sudo zypper install sublime-text


Após instalar o Sublime Text, o atalho para abrir pelo terminal é: subl
Então é comum abrir pelo terminal em background, ou seja, dessa forma: subl &

Referências
https://www.sublimetext.com/docs/3/linux_repositories.html

Feito!

sábado, 29 de setembro de 2018

Configurando Vhost do Apache no CentOS

O que é Vhost?

Vhost é a capacidade de ter diversos sites ou sistemas no mesmo servidor de forma isolada. Assim é possível ter vários domínios ou subdomínios no mesmo servidor.
O presente howto tem como objetivo explicar os procedimentos de configurar Vhost do Apache no RHEL/CentOS, mas também funciona em distros derivadas do RHEL/CentOS, como o Fedora por exemplo.

Configuração do Vhost

Considerando que já tenha o ambiente com Apache, PHP e os módulos PHP necessários já instalado, caso ainda não tenha, então segue o howto de configuração do ambiente PHP 7 no Linux (CentOS/Fedora) .

Caso já tenha o ambiente PHP 7 no CentOS/Fedora, então segue os procedimentos abaixo:
Primeiro é necessário adicionar a linha seguinte no final do arquivo /etc/httpd/conf/httpd.conf
# vim /etc/httpd/conf/httpd.conf
IncludeOptional sites-enabled/*.conf

No CentOS/Fedora é necessário criar os diretórios sites-enabled e sites-available, pois esses diretórios são fundamentais dos arquivos Vhosts.

# mkdir /etc/httpd/sites-available
# mkdir /etc/httpd/sites-enabled

O nome app.conf coloca o nome que quiser, geralmente é comum colocar o nome do domínio/subdomínio do Vhost correspondente.

# vim /etc/httpd/sites-available/app.conf

Altere o arquivo para ficar como este, apenas altere o diretório de localização do seu site ou sistema.


< VirtualHost *:80>
ServerName app.local
DocumentRoot "/var/www/html/app/public"
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/app.error.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/app.access.log combined
  < Directory "/var/www/html/app/public">
        Options Indexes FollowSymLinks
        AllowOverride All
        Require all granted
  < /Directory>
< /VirtualHost>

Nota: A configuração do Vhost acima é de uma aplicação web, que funciona na rede interna, para rede externa, só alterar o ServerName para o nome de domínio válido no registro.br.

Habilitar o Vhost app.conf

# ln -s /etc/httpd/sites-available/app.conf /etc/httpd/sites-enabled/app.conf

Reiniciar o Apache2


# systemctl restart httpd.service

Liberação do serviço HTTP no Firewalld

# firewall-cmd --zone=public --permanent --add-service=http
# firewall-cmd --reload


Adicionar o nome definido no ServerName do Vhost no arquivo hosts

Como neste caso o Vhost é na rede interna, então para simular o domínio é necessário adicionar no arquivo /etc/hosts o IP do servidor seguido do nome ServerName definido no arquivo Vhost.

# vim /etc/hosts
IPSERVIDOR    app.local

Para que uma máquina com Windows possa acessar a aplicação com o Vhost, o arquivo hosts é C:\Windows\System32\drivers\etc\hosts
Abrir com Bloco de Notas como Administrador o arquivo hosts no caminho mencionado.

Abre o browser e acesse http://app.local

Para criar outro Vhost, copie o arquivo do Vhost e troque o ServerName, DocumentRoot e Directory para o Vhost corresponde, habilita o novo Vhost, reiniciar o Apache e adicione no arquivo hosts.

Feito!