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quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Fim do CentOS pela Red Hat

Em 30 de junho de 2024, a Red Hat encerrou oficialmente o suporte ao CentOS Linux, marcando o fim definitivo do projeto. O CentOS era amplamente utilizado em ambientes corporativos devido à sua estabilidade e compatibilidade com o Red Hat Enterprise Linux (RHEL). No entanto, em 2020, a Red Hat anunciou a mudança do foco para o CentOS Stream, uma distribuição rolling release que serve como base de desenvolvimento para o RHEL. Isso gerou insatisfação entre os usuários, que agora buscam alternativas como Rocky Linux e AlmaLinux para substituir o CentOS em seus sistemas.

Impacto e alternativas

O fim do CentOS Linux impactou especialmente as empresas e profissionais que dependiam da estabilidade e longevidade das versões anteriores para a execução de sistemas críticos. O CentOS Stream, apesar de manter a compatibilidade com o RHEL, adota uma abordagem de desenvolvimento contínuo, o que pode não ser ideal para todos os casos de uso.

Em resposta à mudança, comunidades de código aberto rapidamente criaram alternativas para preencher o vazio deixado pelo CentOS Linux. Rocky Linux, fundado por um dos co-criadores do CentOS original, e AlmaLinux, mantido pela comunidade CloudLinux, são exemplos de distribuições que visam oferecer a mesma compatibilidade com o RHEL, sem o modelo de desenvolvimento contínuo adotado pelo CentOS Stream.

Considerações finais:

A decisão da Red Hat de descontinuar o CentOS Linux representa uma mudança significativa no cenário das distribuições Linux voltadas para servidores. Embora o CentOS Stream continue a ser uma opção viável para muitos, a comunidade rapidamente se adaptou, criando alternativas que buscam manter a tradição de estabilidade e suporte de longo prazo que o CentOS oferecia. Para aqueles que preferem uma abordagem mais tradicional, Rocky Linux e AlmaLinux surgem como substitutos promissores.

Referências:

https://www.redhat.com/pt-br/topics/linux/centos-linux-eol

Feito!

sábado, 19 de novembro de 2016

Instalando o ambiente gráfico MATE no Linux

O ambiente gráfico MATE é o fork do Gnome 2, então para aqueles que não curtiram o Gnome 3 e querem usar o Gnome 2, pode usar o MATE que lembrará muito a versão antecessor do Gnome 3. O presente Howto é destinado para as distribuições Linux Slackware 14.2, Debian 8, RHEL 7/CentOS 7/Fedora, Arch Linux, openSUSE 13.2/Leap 42.1/Tumbleweed e Ubuntu 16.04.1 LTS até a data de publicação deste post.

Slackware 14.2 (32 bits)
$ mkdir mate-desktop && cd mate-desktop/
$ lftp -c "open http://slackware.org.uk/msb/14.2/1.16/; mirror x86"
$ cd x86/
$ su
# upgradepkg --install-new deps/*.t?z
# upgradepkg --install-new base/*.t?z
# upgradepkg --install-new extra/*.t?z
# exit

Para selecionar o ambiente gráfico MATE por default no boot
# xwmconfig

Slackware 14.2 (64 bits)
$mkdir mate-desktop && cd mate-desktop/
$ lftp -c "open http://slackware.org.uk/msb/14.2/1.16/; mirror x86_64"
$ cd x86_64/
$ su
# upgradepkg --install-new deps/*.t?z
# upgradepkg --install-new base/*.t?z
# upgradepkg --install-new extra/*.t?z
# exit

Para selecionar o ambiente gráfico MATE por default no boot
# xwmconfig

Debian 8
Estando com o arquivo /etc/apt/sources.list conforme o arquivo sources.list segue:
#apt-get update
#apt-get install mate-desktop-environment
#apt-get install mate-desktop-environment-extras


RHEL 7 / CentOS 7 / Fedora
#yum groupinstall mate-desktop

Arch Linux
#pacman -Syy mate mate-extra

openSUSE 13.2
#zypper ar -r http://download.opensuse.org/repositories/X11:/MATE:/Current/openSUSE_13.2/X11:MATE:Current.repo
openSUSE Leap 42.1
#zypper ar -r http://download.opensuse.org/repositories/X11:/MATE:/Current/openSUSE_Leap_42.1/X11:MATE:Current.repo
openSUSE Tumbleweed
#zypper ar -r http://download.opensuse.org/repositories/X11:/MATE:/Current/openSUSE_Tumbleweed/X11:MATE:Current.repo

Ubuntu 16.04.1 LTS
sudo apt-add-repository ppa:ubuntu-mate-dev/ppa
sudo apt-add-repository ppa:ubuntu-mate-dev/trusty-mate
sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade
sudo apt-get install mate-desktop-environment-extras

Feito!

sábado, 30 de janeiro de 2016

Desabilitar o SELINUX em distros RHEL/CentOS e derivados

Para quem usa a distro RHEL/CentOS/Fedora deve ter notado que vem com proteção elevada extrema, isso é causado devido estar com o SELINUX habilitado por default.

Para uso em desktop e até algumas aplicações, isso pode ser um exagero.

Segue o procedimento para desabilitar o SELINUX
Para desabilitar o SeLinux acesse o arquivo /etc/selinux/config com o editor de texto de sua preferência e altere como segue:

#vim /etc/selinux/config
SELINUX=enforcing
para
SELINUX=disabled

Para efeito, reinicie o sistema # reboot

Referências sobre SELINUX

HowTos/SELinux

SeLinux Booleans

SELINUX não, não serve só para desabilitar
Feito!