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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Conhecendo o HeidiSQL

O que é HeidiSQL?

O HeidiSQL sucessor do MySQL-Front é o software cliente SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) para MySQL, MariaDB, PostgreSQL e MS SQL Server.Foi desenvolvido pelo alemão Ansgar Becker.

As versões com numeração inferior a 3.0 são conhecidas com MySQL-Front até a versão 2.5. O software foi renomeado em 2006 para HeidiSQL, em Abril de 2006, Ansgar Becker disponibilizou o código fonte como um software livre sem fins lucrativos no SourceForge [1]. Foi movido para Github em Novembro de 2017.

Existe também um software comercial chamado "MySQL-Front 3.0", o qual foi desenvolvido por outro programador entre 2004 até 2006 e possui um código completamente redesenhado. [1]

O time que compõe o HeidiSQL atualmente consiste de cinco desenvolvedores oficiais e um designer. Os membros que estão trabalhando no HeidiSQL em suas horas livres disponíveis e remanescem de diferentes países: Alemanha, Dinamarca, Holanda, China e Brasil. [1]

Recursos
  • Gratuito
  • Exportar tabelas para os formatos: CSV, HTML, XML, SQL, LaTeX, Wiki Markup and PHP Array
  • Reformatar querys SQL
  • Permite conectar em vários servidores de banco de dados em uma mesma janela
  • Criar e editar tabelas, exibições, rotinas armazenadas, triggers e eventos.
  • Exportar de um servidor de banco de dados diretamente para outro servidor de banco de dados
  • Conecte-se via túnel SSH ou via configurações SSL
A única desvantagem é que o HeidiSQL é restrito apenas na plataforma Microsoft Windows.

Depois de conhecer o HeidiSQL e seus recursos, chegou a hora de fazer o download e a instalação, no site https://www.heidisql.com/

O link de download direto é: https://www.heidisql.com/download.php

O processo de instalação do HeidiSQL como é na plataforma Microsoft Windows, então na forma padrão, Next>NextFinish.

Screenshot HeidiSQL


Referências
[1] Wikipedia.org. HeidiSQL. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/HeidiSQL

Feito!

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Instalando MariaDB no CentOS

O que é MariaDB ?

MariaDB é um sistema gerenciador de banco de dados, fork do MySQL.

O presente howto foi testado no CentOS 7. Você deve escolhar a versão 10.2 ou 10.3 do MariaDB que deseja instalar.

Primeiramente adicionar o repositório no arquivo etc/yum.repos.d/MariaDB.repo
# vim /etc/yum.repos.d/MariaDB.repo
# MariaDB 10.2 CentOS repository list - created 2018-11-03 20:15 UTC
# http://downloads.mariadb.org/mariadb/repositories/
[mariadb]
name = MariaDB
baseurl = http://yum.mariadb.org/10.2/centos7-amd64
gpgkey=https://yum.mariadb.org/RPM-GPG-KEY-MariaDB
gpgcheck=1
OU caso preferir a versão 10.3.x
# MariaDB 10.3 CentOS repository list - created 2018-11-03 20:19 UTC
# http://downloads.mariadb.org/mariadb/repositories/
[mariadb]
name = MariaDB
baseurl = http://yum.mariadb.org/10.3/centos7-amd64
gpgkey=https://yum.mariadb.org/RPM-GPG-KEY-MariaDB
gpgcheck=1
ESC + :x (salva e sai do editor Vim)

Instalação do MariaDB via repositório
# yum install MariaDB-server MariaDB-client

Feito!

sábado, 3 de novembro de 2018

Instalando o MariaDB 10.2, 10.3 no Debian

O que é MariaDB ?

MariaDB é um sistema gerenciador de banco de dados fork do MySQL.

O presente howto foi testado no Debian 9. Você deve escolhar a versão 10.2 ou 10.3 do MariaDB que deseja instalar.

MariaDB 10.2.x
# apt-get install software-properties-common dirmngr
# sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com 0xF1656F24C74CD1D8
# add-apt-repository 'deb [arch=amd64,i386,ppc64el] http://mirror.ufscar.br/mariadb/repo/10.2/debian stretch main'

Atualização do sistema
# apt-get update
Instalação do MariaDB
# apt-get install mariadb-server

MariaDB 10.3.x
# apt-get install software-properties-common dirmngr
# apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com 0xF1656F24C74CD1D8
# add-apt-repository 'deb [arch=amd64,i386,ppc64el] http://mirror.ufscar.br/mariadb/repo/10.3/debian stretch main'

Atualização do sistema
# apt-get update
Instalação do MariaDB
# apt-get install mariadb-server

Feito!

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Escrever mensagens formatadas no Telegram

No post anterior foi apresentado o Telegram e sua forma de instalação no GNU/Linux, serve para qualquer distro.

O presente post explica como escrever em negrito, itálico e bloco de código fonte nas mensagens no Telegram.

Para escrever uma mensagem em negrito ou itálico, primeiro deve chamar o @bold seguido da mensagem, que irá aparecer as opções negrito ou itálico.

Exemplos
@bold teste irá aparecer as opções negrito, itálico. Note que também aparece o código necessário, então sabendo disso, pode escrever mensagem em negrito ou itálico sem precisar usar o @bold mensagem.

Para escrever uma mensagem em negrito:
**hello world**

Para escrever uma mensagem em itálico:
__hello world__

Para escrever bloco em código fonte, inicia com três aspas simples e fecha com três aspas simples
```
#!/bin/sh

echo "hello world";
```
Feito!

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Conhecendo e instalando o Telegram no Linux

O que é Telegram?

O Telegram é um serviço de mensagens instantâneas baseado na nuvem. O Telegram foi fundado em 2013 pelo irmãos Nikolai e Pavel Durov, os fundadores do VK, a maior rede social da Rússia [1]. O Telegram é uma empresa independente, não ligado ao VK. Baseia-se em Berlim, Alemanha [2].

Telegram precisa de um número de telefone para usar. Telegram é multiplataforma, tem clientes para desktop e móvel, como iOS, Android, Windows, além de uma versão para navegadores web. Diferente do WhatsApp, que limita para até 256 pessoas em cada grupo, no Telegram o usuário pode criar um grupo com até 100.000 membros.

Os usuários podem enviar mensagens e trocar fotos, vídeos, stickers e arquivos de qualquer tipo. Os clientes do Telegram possuem código aberto, porém seus servidores são proprietários. O serviço também providencia APIs para desenvolvedores independentes.

Características
  • Todas as conversas são criptografadas;
  • Streaming de vídeos e músicas;
  • Ligações de voz com aprendizado de IA;
  • Sincronização na nuvem entre dispositivos;
  • Maior velocidade no envio de mensagens;
  • Temas;
  • Modo noturno automático baseado no pôr e nascer do sol, em tempo programado ou no sensor de luminosidade;
  • Múltiplas contas Telegram em um único aplicativo, e alternação rápida entre essas contas;
  • Distribuição de servidores em todo o mundo para maior segurança e velocidade;
  • API em código aberto e protocolo livre para todos;
  • Gratuito, sem propaganda e mensalidades;
  • Pode enviar fotos, vídeos e arquivos: todos os tipos de arquivos suportados, até 1,5GB de tamanho;
  • Canais públicos ou privados com número ilimitado de seguidores;
  • Grupos para 200 membros e se convertido para supergrupo, passa a ter capacidade para 100 000 membros;
  • Chats secretos com criptografia end-to-end;
  • Mensagens de auto-destruição em chats secretos;
  • Auto-destruição de imagens e vídeos com contador em chats privados;
  • Status de leitura da mensagem: 1 traço = enviada, 2 traços = aberta;
  • Interação com bots, softwares programados para interagir de acordo com os comandos enviados e que se comportam como usuários;
  • Envio de stickers;
  • Possibilidade de criar pacotes de stickers com o @Stickers;

Depois de conhecer o Telegram e suas características, podemos seguir os procedimentos de instalação do Telegram no GNU/Linux, o qual se aplica a qualquer distribuição.

Procedimento de instalação do Telegram no GNU/Linux
Faça o download do Telegram no site abaixo conforme a arquitetura do seu computador
Plataforma Linux 32 bits

Plataforma Linux 64 bits

Instalação

$ tar -Jxf tsetup.1.4.3.tar.xz
# mv Telegram /opt
$ /opt/Telegram &

Agora só adicionar o aplicativo Telegram no menu do ambiente gráfico na distro que utiliza.
Participe dos grupo abaixo:

Grupo Linux+LPIC

Grupo Linguagens de Programação

Grupo FreeBSD

Grupo Infra TI Corporate

Grupo CodeIgniter Brasil

Canal Blog Computação

Referências

[1] Meet Telegram, A Secure Messaging App From The Founders Of VK, Russia’s Largest Social Network, TechCrunch . Data de publicação: 27 de outubro de 2013.

[2] Tweet by Telegram, Telegram official Publicado pela conta do Twitter em: 21 de fevereiro de 2014.

Feito!

sábado, 29 de setembro de 2018

Configurando Vhost do Apache no CentOS

O que é Vhost?

Vhost é a capacidade de ter diversos sites ou sistemas no mesmo servidor de forma isolada. Assim é possível ter vários domínios ou subdomínios no mesmo servidor.
O presente howto tem como objetivo explicar os procedimentos de configurar Vhost do Apache no RHEL/CentOS, mas também funciona em distros derivadas do RHEL/CentOS, como o Fedora por exemplo.

Configuração do Vhost

Considerando que já tenha o ambiente com Apache, PHP e os módulos PHP necessários já instalado, caso ainda não tenha, então segue o howto de configuração do ambiente PHP 7 no Linux (CentOS/Fedora) .

Caso já tenha o ambiente PHP 7 no CentOS/Fedora, então segue os procedimentos abaixo:
Primeiro é necessário adicionar a linha seguinte no final do arquivo /etc/httpd/conf/httpd.conf
# vim /etc/httpd/conf/httpd.conf
IncludeOptional sites-enabled/*.conf

No CentOS/Fedora é necessário criar os diretórios sites-enabled e sites-available, pois esses diretórios são fundamentais dos arquivos Vhosts.

# mkdir /etc/httpd/sites-available
# mkdir /etc/httpd/sites-enabled

O nome app.conf coloca o nome que quiser, geralmente é comum colocar o nome do domínio/subdomínio do Vhost correspondente.

# vim /etc/httpd/sites-available/app.conf

Altere o arquivo para ficar como este, apenas altere o diretório de localização do seu site ou sistema.


< VirtualHost *:80>
ServerName app.local
DocumentRoot "/var/www/html/app/public"
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/app.error.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/app.access.log combined
  < Directory "/var/www/html/app/public">
        Options Indexes FollowSymLinks
        AllowOverride All
        Require all granted
  < /Directory>
< /VirtualHost>

Nota: A configuração do Vhost acima é de uma aplicação web, que funciona na rede interna, para rede externa, só alterar o ServerName para o nome de domínio válido no registro.br.

Habilitar o Vhost app.conf

# ln -s /etc/httpd/sites-available/app.conf /etc/httpd/sites-enabled/app.conf

Reiniciar o Apache2


# systemctl restart httpd.service

Liberação do serviço HTTP no Firewalld

# firewall-cmd --zone=public --permanent --add-service=http
# firewall-cmd --reload


Adicionar o nome definido no ServerName do Vhost no arquivo hosts

Como neste caso o Vhost é na rede interna, então para simular o domínio é necessário adicionar no arquivo /etc/hosts o IP do servidor seguido do nome ServerName definido no arquivo Vhost.

# vim /etc/hosts
IPSERVIDOR    app.local

Para que uma máquina com Windows possa acessar a aplicação com o Vhost, o arquivo hosts é C:\Windows\System32\drivers\etc\hosts
Abrir com Bloco de Notas como Administrador o arquivo hosts no caminho mencionado.

Abre o browser e acesse http://app.local

Para criar outro Vhost, copie o arquivo do Vhost e troque o ServerName, DocumentRoot e Directory para o Vhost corresponde, habilita o novo Vhost, reiniciar o Apache e adicione no arquivo hosts.

Feito!

domingo, 23 de setembro de 2018

Configurando Vhost do Apache no Debian

O que é Vhost?

Vhost é a capacidade de ter diversos sites ou sistemas no mesmo servidor de forma isolada.
Assim é possível ter vários domínios ou subdomínios no mesmo servidor.
O presente howto tem como objetivo explicar os procedimentos de configurar Vhost do Apache no Debian, mas também funciona em distros derivadas do Debian, como o Ubuntu por exemplo.

Configuração do Vhost

Considerando que já tenha o ambiente com Apache, PHP e os módulos PHP necessários já instalado, caso ainda não tenha, então segue o howto de configuração do ambiente PHP 7 no Linux (Debian/Ubuntu) .

Caso já tenha o ambiente PHP 7 no Debian/Ubuntu, então segue os procedimentos abaixo:
O Apache tem um arquivo de configuração de Vhost de exemplo, então pode fazer uma cópia deste arquivo para cada Vhost que for criar, depois alterar o ServerName, DocumentRoot e Directory para o Vhost correspondente.

# cp /etc/apache2/sites-available/000-default.conf /etc/apache2/sites-available/app.conf
O nome app.conf coloca o nome que quiser, geralmente é comum colocar o nome do domínio/subdomínio do Vhost correspondente.

# vim /etc/apache2/sites-available/app.conf
Altere o arquivo para ficar como este, apenas altere o diretório de localização do seu site ou sistema.
< VirtualHost *:80 >
ServerName app.local
DocumentRoot "/var/www/html/app/public"
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/app.error.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/app.access.log combined
< Directory "/var/www/html/app/public" >
        Options Indexes FollowSymLinks
        AllowOverride All
        Require all granted
< /Directory >
< /VirtualHost >
Nota: A configuração do Vhost acima é de uma aplicação web, que funciona na rede interna, para rede externa, só alterar o ServerName para o nome de domínio válido no registro.br.

Habilitar o Vhost app.conf
# a2ensite app.conf

Reload do Apache2
# systemctl reload apache2

Como neste caso o Vhost é na rede interna, então para simular o domínio é necessário adicionar no arquivo /etc/hosts o IP do servidor seguido do nome ServerName definido no arquivo Vhost.
Para que uma máquina com Windows possa acessar a aplicação com o Vhost, o arquivo hosts é C:\Windows\System32\drivers\etc\hosts
Abrir com Bloco de Notas como Administrador o arquivo hosts no caminho mencionado.
Adicionar no arquivo hosts
IPSERVIDOR    app.local 
Abre o browser e acesse http://app.local

Para criar outro Vhost, copie o arquivo do Vhost criado anteriormente e troque o ServerName, DocumentRoot e Directory para o Vhost corresponde, habilita o novo Vhost, reload no Apache e adicione no arquivo hosts.

Feito!