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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Instalando e configurando o Adminer

O que é Adminer?

Adminer é uma ferramenta web para gerenciar banco de dados, alternativa melhor ao PHPMyAdmin, pois suporta os SGBDS: MySQL/MariaDB, PostgreSQL, SQLite, MS SQL Server, Oracle.

Considerando que já tenha o webserver Apache e o PHP instalado e devidamente configurado, então podemos iniciar os procedimentos de instalação e configuração do Adminer.

Procedimentos de instalação e configuração do Adminer
Clonar o repositório Adminer do Github no diretório raiz do Apache
No Debian e Ubuntu é: /var/www/html
$ cd /var/www/html
$ git clone https://github.com/vrana/adminer.git
$ cd /var/www/html/adminer

Criar o VHost Adminer
No diretório /etc/apache2/sites-available , crie o arquivo adminer.conf com o conteúdo abaixo:
< VirtualHost *:80 >
#ServerAdmin root@localhost
ServerName adminer.local
DocumentRoot "/var/www/html/adminer"
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/error-adminer.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/access-adminer.log combined

DirectoryIndex index.php index.html index.htm
AllowOverride All
Order allow,deny
Allow from all

< /VirtualHost >
Ativar o VHost Adminer
# a2ensite adminer.conf

Reload do Apache
# systemctl reload apache2

Adicionar o VHost no arquivo hosts
# vim /etc/hosts
127.0.0.1      adminer.local
No browser digite na url http://adminer.local/adminer

Screenshots do Adminer
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Feito!

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Conhecendo o DBeaver

O que é DBeaver?

DBeaver é um software cliente SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados). Para bancos de dados relacionais, ele usa a API do JDBC para interagir com bancos de dados por meio de um driver JDBC. Para outros bancos de dados (NoSQL), ele usa drivers de banco de dados proprietários. Ele fornece um editor que suporta o preenchimento de código e o realce de sintaxe. Este software foi escrito em Java e baseado na IDE Eclipse.

O DBeaver é um software livre, open source, distribuído pela licença do Apache. Uma edição corporativa de código fechado do DBeaver é distribuída sob uma licença comercial, nesse caso é para bancos de dados (NoSQL).

O DBeaver foi iniciado em 2010 como um projeto de hobby. Era para ser livre, de código aberto, ter uma interface de usuário elegante e conveniente e incluir recursos usados com freqüência para desenvolvedores de banco de dados. O primeiro lançamento oficial foi em 2011

Em 2014, a versão Enterprise Edition (EE) foi lançada. A versão EE é baseada no CE, mas também fornece suporte a bancos de dados NoSQL / BigData (Cassandra, MongoDB e Redis) e inclui alguns plug-ins adicionais do Eclipse.

Em 2015, o código fonte do DBeaver foi transferido para o GitHub .

Em 2017, o DBeaver CE foi relicenciado sob a licença Apache (a partir da versão 4.x).

Em julho de 2017, a versão do DBeaver EE tornou-se comercial para suportar a versão CE.

Suporte e versões

O DBeaver é software multiplataforma e trabalha com suporte no Eclipse. Disponível para os sistemas operacionais: Windows, GNU/Linux, MacOS X, Solaris. Suporta aos idiomas: Inglês, Chinês, Russo, Italiano e Alemão.

Community Edition

Community Edition (CE) é a versão inicial do DBeaver. Foi lançado em 2010 e tornou-se open-source (GPL) em 2011.

A versão CE inclui suporte estendido dos seguintes SGBDs:
  • MySQL/MariaDB
  • PostgreSQL
  • Oracle
  • MS SQL Server
  • SQLite
  • Firebird
  • DB2 (LUW)
  • Sybase
  • Teradata
  • Informix
  • Apache Derby
  • Apache Phoenix
  • Qualquer outro SGBD que tenha driver JDBC ou ODBC.
Eclipse Plugin Edition

A versão do plug-in do Eclipse foi lançada no Eclipse Marketplace. Essa versão é usada por programadores que usam o Eclipse IDE para desenvolvimento de software e que precisam de uma ferramenta de gerenciamento de banco de dados diretamente em seu IDE. O plug-in do Eclipse inclui a maioria dos recursos do Community Edition e também é liberado sob licença GPL.

Enterprise Edition

O DBeaver 3.x anunciou o suporte de bancos de dados NoSQL (Cassandra e MongoDB na versão inicial). Desde então, o DBeaver foi dividido nas edições Community e Enterprise. O Enterprise Edition tem suporte a bancos de dados NoSQL, gerenciador de consultas persistente e alguns outros recursos de nível corporativo. A versão EE não é de código aberto e requer a compra de uma licença (uma licença de avaliação pode ser gerada gratuitamente).

A versão Enterprise Edition inclui suporte aos bancos NoSQL:
  • Cassandra
  • MongoDB
  • Redis
Recursos
Os recursos do DBeaver incluidos são:
  • Execução de querys SQL ANSI
  • Numeração de linhas no editor
  • Sintaxe highlighting e SQL autocompletar
  • Gerenciamento de scripts SQL
  • Gera DDL
  • Redesenha o DER
  • Tunelamento SSH
  • SSL (MySQL e PostgreSQL)
  • Exportar e importar bases de dados
Instalação do DBeaver
Pré requisitos

Como o DBeaver foi implementado em Java, então para poder executar é necessário ter o JRE instalado e configurado no PATH. Caso você programa em Java, certamente já deve ter o JDK, então já está com o pré requisito instalado.

Resumindo: Para quem não programa em Java, instale o JRE e configure no PATH no seu sistema operacional.

Já para quem programa em Java, configure o JDK no PATH do seu sistema operacional.

Após ter o JRE ou JDK configurado no PATH do seu sistema operacional, faça o download do DBeaver e o processo de instalação é basicamente extrair em algum diretório de sua preferência e executar o arquivo dbeaver. Obviamente que poderá adicionar como atalho no menu, porém não será mostrado nesse post, porque varia de ambiente desktop (Gnome, KDE, XFCE, LXDE, etc).

No meu caso extrair no diretório downloads e a versão até a data de publicação deste post é 5.1.3, basicamente só troca a versão.

$ tar -xzvf dbeaver-ce-5.1.3-linux.gtk.x86_64.tar.gz
$ cd dbeaver
$ ./dbeaver

Screenschot DBeaver



Feito!

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Conhecendo o HeidiSQL

O que é HeidiSQL?

O HeidiSQL sucessor do MySQL-Front é o software cliente SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) para MySQL, MariaDB, PostgreSQL e MS SQL Server.Foi desenvolvido pelo alemão Ansgar Becker.

As versões com numeração inferior a 3.0 são conhecidas com MySQL-Front até a versão 2.5. O software foi renomeado em 2006 para HeidiSQL, em Abril de 2006, Ansgar Becker disponibilizou o código fonte como um software livre sem fins lucrativos no SourceForge [1]. Foi movido para Github em Novembro de 2017.

Existe também um software comercial chamado "MySQL-Front 3.0", o qual foi desenvolvido por outro programador entre 2004 até 2006 e possui um código completamente redesenhado. [1]

O time que compõe o HeidiSQL atualmente consiste de cinco desenvolvedores oficiais e um designer. Os membros que estão trabalhando no HeidiSQL em suas horas livres disponíveis e remanescem de diferentes países: Alemanha, Dinamarca, Holanda, China e Brasil. [1]

Recursos
  • Gratuito
  • Exportar tabelas para os formatos: CSV, HTML, XML, SQL, LaTeX, Wiki Markup and PHP Array
  • Reformatar querys SQL
  • Permite conectar em vários servidores de banco de dados em uma mesma janela
  • Criar e editar tabelas, exibições, rotinas armazenadas, triggers e eventos.
  • Exportar de um servidor de banco de dados diretamente para outro servidor de banco de dados
  • Conecte-se via túnel SSH ou via configurações SSL
A única desvantagem é que o HeidiSQL é restrito apenas na plataforma Microsoft Windows.

Depois de conhecer o HeidiSQL e seus recursos, chegou a hora de fazer o download e a instalação, no site https://www.heidisql.com/

O link de download direto é: https://www.heidisql.com/download.php

O processo de instalação do HeidiSQL como é na plataforma Microsoft Windows, então na forma padrão, Next>NextFinish.

Screenshot HeidiSQL


Referências
[1] Wikipedia.org. HeidiSQL. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/HeidiSQL

Feito!

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Instalando MariaDB no CentOS

O que é MariaDB ?

MariaDB é um sistema gerenciador de banco de dados, fork do MySQL.

O presente howto foi testado no CentOS 7. Você deve escolhar a versão 10.2 ou 10.3 do MariaDB que deseja instalar.

Primeiramente adicionar o repositório no arquivo etc/yum.repos.d/MariaDB.repo
# vim /etc/yum.repos.d/MariaDB.repo
# MariaDB 10.2 CentOS repository list - created 2018-11-03 20:15 UTC
# http://downloads.mariadb.org/mariadb/repositories/
[mariadb]
name = MariaDB
baseurl = http://yum.mariadb.org/10.2/centos7-amd64
gpgkey=https://yum.mariadb.org/RPM-GPG-KEY-MariaDB
gpgcheck=1
OU caso preferir a versão 10.3.x
# MariaDB 10.3 CentOS repository list - created 2018-11-03 20:19 UTC
# http://downloads.mariadb.org/mariadb/repositories/
[mariadb]
name = MariaDB
baseurl = http://yum.mariadb.org/10.3/centos7-amd64
gpgkey=https://yum.mariadb.org/RPM-GPG-KEY-MariaDB
gpgcheck=1
ESC + :x (salva e sai do editor Vim)

Instalação do MariaDB via repositório
# yum install MariaDB-server MariaDB-client

Feito!

sábado, 3 de novembro de 2018

Instalando o MariaDB 10.2, 10.3 no Debian

O que é MariaDB ?

MariaDB é um sistema gerenciador de banco de dados fork do MySQL.

O presente howto foi testado no Debian 9. Você deve escolhar a versão 10.2 ou 10.3 do MariaDB que deseja instalar.

MariaDB 10.2.x
# apt-get install software-properties-common dirmngr
# sudo apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com 0xF1656F24C74CD1D8
# add-apt-repository 'deb [arch=amd64,i386,ppc64el] http://mirror.ufscar.br/mariadb/repo/10.2/debian stretch main'

Atualização do sistema
# apt-get update
Instalação do MariaDB
# apt-get install mariadb-server

MariaDB 10.3.x
# apt-get install software-properties-common dirmngr
# apt-key adv --recv-keys --keyserver keyserver.ubuntu.com 0xF1656F24C74CD1D8
# add-apt-repository 'deb [arch=amd64,i386,ppc64el] http://mirror.ufscar.br/mariadb/repo/10.3/debian stretch main'

Atualização do sistema
# apt-get update
Instalação do MariaDB
# apt-get install mariadb-server

Feito!

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Escrever mensagens formatadas no Telegram

No post anterior foi apresentado o Telegram e sua forma de instalação no GNU/Linux, serve para qualquer distro.

O presente post explica como escrever em negrito, itálico e bloco de código fonte nas mensagens no Telegram.

Para escrever uma mensagem em negrito ou itálico, primeiro deve chamar o @bold seguido da mensagem, que irá aparecer as opções negrito ou itálico.

Exemplos
@bold teste irá aparecer as opções negrito, itálico. Note que também aparece o código necessário, então sabendo disso, pode escrever mensagem em negrito ou itálico sem precisar usar o @bold mensagem.

Para escrever uma mensagem em negrito:
**hello world**

Para escrever uma mensagem em itálico:
__hello world__

Para escrever bloco em código fonte, inicia com três aspas simples e fecha com três aspas simples
```
#!/bin/sh

echo "hello world";
```
Feito!

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Conhecendo e instalando o Telegram no Linux

O que é Telegram?

O Telegram é um serviço de mensagens instantâneas baseado na nuvem. O Telegram foi fundado em 2013 pelo irmãos Nikolai e Pavel Durov, os fundadores do VK, a maior rede social da Rússia [1]. O Telegram é uma empresa independente, não ligado ao VK. Baseia-se em Berlim, Alemanha [2].

Telegram precisa de um número de telefone para usar. Telegram é multiplataforma, tem clientes para desktop e móvel, como iOS, Android, Windows, além de uma versão para navegadores web. Diferente do WhatsApp, que limita para até 256 pessoas em cada grupo, no Telegram o usuário pode criar um grupo com até 100.000 membros.

Os usuários podem enviar mensagens e trocar fotos, vídeos, stickers e arquivos de qualquer tipo. Os clientes do Telegram possuem código aberto, porém seus servidores são proprietários. O serviço também providencia APIs para desenvolvedores independentes.

Características
  • Todas as conversas são criptografadas;
  • Streaming de vídeos e músicas;
  • Ligações de voz com aprendizado de IA;
  • Sincronização na nuvem entre dispositivos;
  • Maior velocidade no envio de mensagens;
  • Temas;
  • Modo noturno automático baseado no pôr e nascer do sol, em tempo programado ou no sensor de luminosidade;
  • Múltiplas contas Telegram em um único aplicativo, e alternação rápida entre essas contas;
  • Distribuição de servidores em todo o mundo para maior segurança e velocidade;
  • API em código aberto e protocolo livre para todos;
  • Gratuito, sem propaganda e mensalidades;
  • Pode enviar fotos, vídeos e arquivos: todos os tipos de arquivos suportados, até 1,5GB de tamanho;
  • Canais públicos ou privados com número ilimitado de seguidores;
  • Grupos para 200 membros e se convertido para supergrupo, passa a ter capacidade para 100 000 membros;
  • Chats secretos com criptografia end-to-end;
  • Mensagens de auto-destruição em chats secretos;
  • Auto-destruição de imagens e vídeos com contador em chats privados;
  • Status de leitura da mensagem: 1 traço = enviada, 2 traços = aberta;
  • Interação com bots, softwares programados para interagir de acordo com os comandos enviados e que se comportam como usuários;
  • Envio de stickers;
  • Possibilidade de criar pacotes de stickers com o @Stickers;

Depois de conhecer o Telegram e suas características, podemos seguir os procedimentos de instalação do Telegram no GNU/Linux, o qual se aplica a qualquer distribuição.

Procedimento de instalação do Telegram no GNU/Linux
Faça o download do Telegram no site abaixo conforme a arquitetura do seu computador
Plataforma Linux 32 bits

Plataforma Linux 64 bits

Instalação

$ tar -Jxf tsetup.1.4.3.tar.xz
# mv Telegram /opt
$ /opt/Telegram &

Agora só adicionar o aplicativo Telegram no menu do ambiente gráfico na distro que utiliza.
Participe dos grupo abaixo:

Grupo Linux+LPIC

Grupo Linguagens de Programação

Grupo FreeBSD

Grupo Infra TI Corporate

Grupo CodeIgniter Brasil

Canal Blog Computação

Referências

[1] Meet Telegram, A Secure Messaging App From The Founders Of VK, Russia’s Largest Social Network, TechCrunch . Data de publicação: 27 de outubro de 2013.

[2] Tweet by Telegram, Telegram official Publicado pela conta do Twitter em: 21 de fevereiro de 2014.

Feito!